E se a mancha de petróleo estivesse na minha casa?

Um dos maiores problemas que temos para avaliar o impacto de catástrofes ambientais é a noção da sua abrangência. Por exemplo, quando ouvimos que "quatro estádios de futebol são cortados por dia na Amazônia", até temos uma noção geral do que é isso, mas, ainda assim, a ideia acaba ficando meio vaga. Se considerarmos eventos de proporções maiores, como o grande vazamento de petróleo da British Petroleum no Golfo do México, isso fica ainda mais complicado.

Foi pensando especificamente nesse caso que o sítio If it was my home (algo como "E se fosse a minha casa") foi criado. Ele utiliza a tecnologia do Google Maps para colocar a mancha de petróleo sobreposta a um mapa da sua cidade (que o sítio descobre baseado no endereço IP da sua conexão). Um recurso interessante é que você pode deslocar a mancha para outros locais, o que ajuda ainda mais na comparação. Só agora, depois de ver no mapa, eu tive real dimensão da tragédia. E fiquei mais horrorizado do que já estava.  :-(

O If it was my home é uma ideia simples, mas bastante eficiente no que se propõe. Algo a ser considerado em outras campanhas e divulgações de notícias que envolvam eventos de dimensões maiores.

Geradores eólicos de uso doméstico

O Blog do Vicente mandou mais uma dica bacana. Na verdade várias. Nessa publicação ele indica três artigos que ensinam como produzir energia eólica a partir de geradores construídos artesanalmente. Isso pode gerar uma boa economia de eletricidade no final do mês.

Agora, se você mora em Fortaleza, a "capital nacional do vento", você pode até mesmo zerar a sua conta… 

O Blog do Vicente produz alguns artigos bem bacanas e eu recomendo sua leitura. Ah e ele também pode ser acompanhado no Twitter.

A História das Coisas – versão dublada

Há algum tempo eu publiquei aqui minhas impressões sobre o vídeo "History of Stuff". Pois recebi ontem um comentário da Nina Garcia nesse meu artigo com uma ótima notícia: a comunidade Permacultura do Orkut produziu uma versão dublada e um sítio brasileiro dedicado ao documentário. Inclusive o vídeo está disponível em vários formatos, o que é perfeito para ser utilizado em sala de aula ou mesmo para apresentar em alguma reunião familiar ou de amigos. Agora sem a desculpa de que "não consigo acompanhar as legendas"… 

E pra quem gosta de making-ofs, tem até a história de como a Nina se envolveu na dublagem do vídeo. 

Sem sombra de dúvidas, um item importante na videoteca de qualquer pessoa que se preocupe minimamente com o nosso planeta e com as relações entre as pessoas. Parabéns à comunidade Permacultura!