Anunciada a Season of KDE 2018

Que tal colaborar com a comunidade KDE e ainda concorrer a passagens e estadia para o Akademy 2018, que vai acontecer lá em Viena?

Pois é, já saiu o anúncio para a Season of KDE de 2018 e tem umas novidades interessantes esse ano, entre elas a possibilidade de projetos de integração aplicações KDE em outros ambientes desktop e vice-versa.

Maiores informações na publicação disponível no sítio da comunidade KDE-Brasil.

Anunciada a Season of KDE 2018 | KDE Brasil

O KDE Student Programs tem o prazer de anunciar a 2018 Season of KDE para todas as pessoas que queiram participar na mentoria de projetos que melhorem a KDE de alguma maneira.
Todo ano, desde 2013, o KDE Student Programs realiza a Season of KDE como um programa similar, mas não exatamente igual, ao Google Summer of…

Como instalar o programa para declaração de imposto de renda no GNU/Linux, usando OpenJDK

Se você, como eu, usa o OpenJDK ao invés do Java da Oracle, então teve problema na hora de instalar a versão 2017 do programa de declaração de Imposto de Renda disponível para o GNU/Linux (LINUX (BIN 32 BITS) ou LINUX (BIN 64 BITS), dependendo da arquitetura do seu sistema). O problema ocorre porque, no momento da instalação, o programa procura, exclusivamente, pelo Java da Oracle, mesmo o programa funcionando perfeitamente bem com o OpenJDK (que bola fora, hein, Receita Federal?).

Mas é relativamente simples resolver o problema. Basta baixar a versão SOLARIS/ OUTROS (jar) do instalador, disponível na mesma página de download. Após baixar o arquivo, execute-o com o comando:

java -jar IRPF2017v1.1.jar

Ao final dos procedimentos, o programa estará instalado. Entretanto, ele não instala as entradas no menu do sistema. Por isso, você tem que abri-lo indo até o diretório de instalação (por padrão ~/ProgramasRFB/IRPF2017) e digitando o comando:

java -jar irpf.jar

(ou você pode adicioná-lo manualmente ao menu também).  ;-)

Mais uma edição da Mostra Animal em BH

Teremos em Belo Horizonte, pelo segundo ano a edição itinerante da Mostra Internacional de Cinema pelos Animais. Trata-se da exibição de filmes com temáticas ligadas aos direitos animais e relações entre animais humanos e não-humanos. A do ano passado foi show e a desse ano também promete. Será um fim de semana (8 e 9 de outubro) de programação, começando às 17h e encerrando por volta das 22h. Todas as exibições são gratuitas e sempre rola um bate-papo de encerramento em cada dia (além de maravilhosos lanches veg(etari)anos. Vale a pena demais!

Abaixo o link para o sítio oficial, com a programação completa.

#^Mostra Internacional de Cinema pelos Animais

Image/photo

A Mostra Animal traz aos amantes da sétima arte as diversas faces da relação entre humanos e não-humanos em todos os seus aspectos, sejam eles de cooperação ou de exploração, bem como os impactos socioambientais que essa interação pode trazer.

Download gratuito do e-book "Por que gritamos golpe?"

Povo, até a meia-noite de domingo (04/09/16) está liberado o download gratuito do e-book "Por que gritamos golpe?" que reúne um conjunto de ensaios descrevendo esse momento tão triste da história do nosso país.

Abaixo os links para download em todas as livrarias onde ele está disponível:

– Amazon — #^http://bit.ly/golpeamazon
– Kobo — #^http://bit.ly/golpekobo
– Google Play — #^http://bit.ly/golpegplay
– Livraria Cultura — #^http://bit.ly/golpeelc
– Livraria Saraiva — #^http://bit.ly/golpeesaraiva
– Livraria da Folha — #^http://bit.ly/2cfcu2g
– Livraria da Travessa — #^http://bit.ly/2cfbfQu

Como desconsiderar mulheres e homossexuais (de uma só vez) brincando em eventos

É uma pena que no Latinoware desse ano (2012) vários avanços na discussão sobre o papel das mulheres na tecnologia foram jogados na lata do lixo deixados de lado, por conta de atividades paralelas à programação oficial. Nas tardes dos dia 17 e 18 foram organizados “concursos” para escolher a meninas que dançassem melhor. Mas entre os critérios de escolha estavam a idade e se elas tinham namorado. E entre as músicas escolhidas, o “repertório” variava do funk aos forrós com letras de duplo sentido. No dia 18 teve uma diferença, é que também teve uma parte masculina. Com dois detalhes. Aos homens não se perguntava se tinham namoradas e as músicas selecionadas faziam clara alusão ao homossexualismo (“YMCA“, “I will survive”  e “Robocop Gay“). Inclusive o critério de “seleção” era quem tinha maior “viadagem”.

Aí você vai falar, mas qual o problema disso? É só um farra, as meninas aceitavam dançar e até teve dança com os homens também. Mas considerar isso “só” uma farra é onde começa o problema. Não vou me alongar no problema das “brincadeiras” de conotação machista. A Lola faz isso com maestria, muito melhor do que eu. Mas acho importante destacar alguns pontos que indicam o problema.

  • Esse é um evento de software livre, um movimento que, em sua essência, deveria tratar todas as pessoas com igualdade e respeito. Colocar mulheres para rebolar e homens para dançar pejorativamente como homossexuais é o contrário disso. É reforçar estereótipos.
  • Em um evento como esse os “concursos” deveriam valorizar a inteligência e a criatividade das pessoas e não seu corpo, sua idade, seus relacionamentos nem o seu grau de “viadagem”.
  • Mostrar que mulheres são boas para rebolar e homens só podem se apresentar fingindo ser homossexuais reforça a ideia de que os homem (no sentido “macho” da palavra) tem o controle da situação e nunca é subjugado. Afinal os homens não estavam se apresentando como homens, mas sim como paródias homossexuais. Ou seja, eles não são assim, só estavam fingindo. Já as mulheres estavam no papel delas. A elas não foi pedido que agissem como lésbicas, mas como mulheres, cujo papel (na cabeça dessas pessoas) é rebolar, ser bonita e disponível para os machos presentes.
  • E o pior de tudo é tratar isso como “brincadeira”. Quando se adiciona o componente lúdico, além de desconstruir o discurso da crítica (afinal de contas, quem é contra “brincadeiras” é chato e resmungão), cria-se um precedente de que, quando é de brincadeira, vale tudo. O que me lembra uma série de “piadas” às quais não acho a melhor graça.

Portanto, acho que é hora de superarmos isso. Fazer mais do que simplesmente defender o software livre com falas, mas começar a fazê-lo também com ações. Inclusive nas cotidianas.

Atualização (21/10/2012): quero reforçar aqui, para evitar qualquer interpretação errada, que, como disse no início do texto, essas atividades que eu descrevi não faziam parte da programação oficial do evento. Eram atividades em paralelo que estavam acontecendo no espaço físico do evento. Além disso, como sei que nem sempre as pessoas leem os comentários, recomendo essa resposta que dei ao comentário do Alberto, uma vez que ela serve como complemento ao que eu escrevi aqui.

Gentileza

O #vídeo tem um caráter sutilmente utilitarista (algo como faça, pra receber de volta) que eu não gosto e alguns atores são meio forçados, mas a mensagem geral tem tudo a ver com o que eu acredito: devemos aprender a ser mais gentis com as pessoas que estão à nossa volta. E quem sabe essa #gentileza possa ser “contaminante”?  ;-)