Prevenção de lesões por esforço repetitivo com um software livre

Um dos problemas que afligem os usuários de computador é a perda da noção de tempo de trabalho. Com isso, muitas vezes trabalhamos horas à fio sem nos darmos conta disso. O resultado final vai desde dores passageiras nas costas até questões mais sérias, como as chamadas Lesões por Esforço Repetitivo. Se você usa um monitor CRT então, acrescente à lista de problemas o cansaço visual.

E hoje eu vi um artigo escrito pela Joaninha no Ladybug Brasil justamente comentando sobre isso e indicando um software livre chamado HealthKeeper. Lembrei-me então de um programa que eu usei há algum tempo aqui no GNU/Linux. O problema é que eu não lembrava de jeito nenhum o nome da criatura (já o havia procurado há algumas semanas, quando fui acometido de dores nos braços). Mas estimulado pelo artigo, resolvi combinar uma série de palavras-chave no sítio de buscas e finalmente (re)encontrei o bicho. O nome dele é Workrave.

O funcionamento do programa é simples. Ele possui três contadores regressivos, um para micro-pausas, um para pausas longas e outro para limite diário de uso. Assim, de tempos em tempos o programa avisa quando é hora de dar uma paradinha nas atividades. Esses contadores são totalmente personalizáveis, ou seja, você define exatamente o intervalo entre as pausas e quanto tempo elas devem durar. Inclusive você pode desabilitar os contadores que não interessam (por exemplo, eu não uso as micro-pausas). Além disso as pausas podem ser adiadas temporariamente e você pode controlar a forma como elas atuam, que pode ser desde avisos na tela até o bloqueio da área de trabalho.

Se você trabalha em mais de um computador e eles estão conectados em rede, você pode definir que um deles funcione como servidor e controle o seu tempo. Assim, cada vez que você abrir o seu perfil em qualquer máquina, ela se conecta a esse servidor e recupera as suas estatísticas de uso. Pra quem está se recuperando de algum problema de LER, um controle rígido de uso é fundamental e esse recurso vem bem a calhar.

Por fim, o programa tem um recurso bem simpático. A cada pausa ele mostra uma janela com uma série de exercícios de alongamento que você pode fazer enquanto espera o seu tempo de voltar à atividade.

Além de ter o seu código-fonte disponível, o Workrave pode ser encontrado nos repositórios das principais distribuições GNU/Linux. Apesar de ser construído com a biblioteca de desenvolvimento GTK, que é mais integrada para uso no GNOME, o Workrave funciona muito bem no KDE (inclusive na versão 4). Inclusive existe um software para o KDE, chamado RSIBreak. Mas a versão atualmente disponível no Debian Lenny, não funciona no KDE 4. Até encontrei uma versão no repositório experimental, mas não consegui fazê-la funcionar direito aqui.

Ah, e tem também uma versão para Windows, o que é muito interessante. Afinal se o usuário já tem que sofrer para usar esse (suposto) sistema operacional, não é justo que sofra de LER também, né? 

Como resolver o problema de autenticação do FriendFeed no Firefox

Depois de uma atualização de várias extensões do meu Firefox, comecei a ter problemas com a minha autenticação no FriendFeed. Eu entrava com o meu usuário e senha e o sítio sempre voltava para a tela inicial, ao invés de me levar para a minha área.

Vasculhando as configurações, descobri que estavam faltando alguns cookies do FriendFeed. Como o erro começou depois da atualização das extensões imaginei que o problema fosse com uma delas. Considerando que eu tenho 17 extensões instaladas, vi que teria um bom trabalho pela frente.    Por isso resolvi começar daquelas que seriam mais óbvias. Dei sorte e descobri na minha segunda tentativa que a culpa era do NoScript, uma extensão que me permite controlar quais scripts serão executados em cada página.

Como essa é uma extensão que eu gosto muito, pois tenho um lado paranóico um tanto quanto acentuado aqui na rede, não queria abrir mão dela só pra poder me autenticar no FriendFeed. Por isso resolvi dar uma batida aqui na Internet pra ver se achava alguma coisa…

…e achei, depois de muita insistência…   Nessa publicação do dia 17 de setembro (ou seja, ontem), o Giuseppe Cunsolo, do blog cunsolo.it, dá a solução do problema. E o melhor de tudo, ela é muito simples…

Segundo o autor, a explicação está no FAQ no NoScript, que, traduzido, é mais ou menos assim:

P: Desde que eu habilitei o Gerenciamento Automático de Cookies Seguros [que no programa está ainda no original inglês Enable Automatic Secure Cookies Management] eu não consigo mais autenticar-me em alguns sítios. O que está acontecendo?
R: Alguns sítios dependem de interrelações de domínios bem complicadas e enquanto eles gerenciam o reconhecimento em certos domínios através de um canal seguro HTTPS, eles precisam propagar a autenticação por vários domínios que não suportam HTTPS. […]

Ainda segundo o Giuseppe, o FAQ descreve a solução de maneira detalhada. Mas como ele é um cara bacana e resumiu a "solução detalhada" em uma linha, resolvi valorizar o trabalho do sujeito e seguir a sua dica aqui. E funcionou lindamente! Basta abrir a janela de opções do NoScript, clicar na aba "Avançado", selecionar a aba interna "HTTPS" e depois a outra aba "Cookies" (céus, três níveis de abas! não é à toa que a primeira se chama "Avançado" ). Acrescente, no espaço abaixo de "Ignore unsafe cookies set over HTTPS by the following sites:", o endereço do FriendFeed (friendfeed.com), clique em OK e pronto! Autenticação reativada.

Ah, e depois de implementar isso, percebi que o Twitter também está com o mesmo problema. E a mesma solução… 😉

Portanto, fica aqui o meu agradecimento ao Giuseppe, ou melhor, já que ele é italiano, grazie Giuseppe

P.S.: Repararam na piada pronto aqui? O nome do blog (e sobrenome do autor) que resolveu a minha aflição é: cunsolo

Serviços on-line dos quais eu participo

Participo de alguns serviços disponíveis gratuitamente na Internet. A maioria serve para divulgar publicações de blogs ou o blog como um todo. É uma forma rápida e bem prática de colaborar com a propagação de publicações na rede, além de valorizar as pessoas que fazem essa publicações. Abaixo a lista desses serviços (em ordem alfabética), com links para os meus perfis neles:

Mantenho um perfil no microblog Twitter, mas somente para acompanhar algumas pessoas lá. Troquei-o pelo Identi.ca pois, além de possuir todas as funcionalidades do Twitter, ele apresenta alguns recursos extras bem interessantes (como, por exemplo, a possibilidade de acompanhar as publicações via RSS). E o melhor, seu mecanismo, o Laconica, é um software distribuído sob a licença livre GNU Affero General Public License, ou GNU/AGPL. Para maiores detalhes sobre o software e o serviço, dêem uma olhada nesse artigo aqui da teia.

Mantenho os serviços mais importantes agregados em um perfil no FriendFeed. Nesse sítio é possível criar uma conta que reúna todas as suas participações em outros serviços web. Assim, qualquer um que quiser acompanhar sua "vida on-line" encontra tudo em um lugar só.

Por fim, também participo de dois indexadores de blogs, o Technorati e o brasileiro Blogblogs.

Melhore a nitidez das fontes no GNU/Linux

Quer melhorar a qualidade das fontes exibidas pelo GNU/Linux? Experimente essa dica publicada no blog Viablog. Após fazer as alterações e reiniciar o servidor X (não precisa reiniciar a máquina, somente o X), as fontes ganham um aspecto mais "nítido" e facilitam um pouco a leitura. Testei em duas máquinas e o resultado foi perceptível (apesar de ter gente que comentou no blog que não fez muita diferença).

A dica original foi para o Ubuntu, mas também funciona no Debian. Acredito que funcione também em qualquer outra distro, basta descobrir onde ficam os arquivos de configuração alterados pelo pacote citado na dica. Ah, e os resultados, segundo o blog, são melhores em monitores LCD do que CRT.

TiddlyWiki – wiki pessoal e que funciona em um único arquivo

Nome: TiddlyWiki
Descrição: Wiki que funciona em um único arquivo e dispensa o uso de servidores de páginas e banco de dados
Sítio oficial: http://tiddlywiki.com
Download: http://tiddlywiki.com
Traduzido? Sim
Arquivo de tradução: Em anexo (tradução para versão antiga do TiddlyWiki, foi tirada do ar por não funcionar nas versões atuais)

O TiddlyWiki é um wiki diferente. Ele é um arquivo HTML que, graças a uma série de componentes JavaScript internos, pode ser “auto-editado”. Ou seja, para alterar o seu conteúdo, basta clicar no link de edição e começar a mexer no texto. Sem precisar de nenhum outro programa externo. Isso o torna a ferramenta ideal para ser usado como um bloco de notas, que pode ser sempre carregado com você.

Sua lógica é baseada em blocos de informação, chamados tiddlers. Esses blocos são manipulados separadamente dentro do arquivo TiddlyWiki. Seu tamanho inicial é pequeno (315 Kb) e ele crescerá de acordo com a quantidade de informação você colocar nele. Além disso, existem vários plugins que acrescentam as mais diversas funcionalidades ao wiki. Por exemplo, existem plugins que o transformam em um organizador pessoal e até mesmo jogos pra ele. E nas suas últimas versões, é possível importar e exportar seus dados para diversos formatos e sincronizá-los com servidores remotos.

Como incorporar a tradução

Para traduzir o TiddlyWiki para o português do Brasil, siga os seguintes procedimentos:

  • Baixe o TiddlyWiki a partir do sítio oficial.
  • Abra o arquivo que você baixou no seu navegador (normalmente clicando duas vezes sobre ele irá abri-lo).
  • Baixe a tradução disponível em anexo e abra-a em um editor de textos.
  • Marque todo o texto e copie-o pra área de transferência (por exemplo, usando Ctrl+C).
  • Crie um novo tiddler, clicando em “new tiddler”, no menu à direita.
  • No campo onde está escrito “Type the text for ‘New Tiddler'”, apague esse texto e cole o conteúdo que você havia copiado antes (por exemplo, usando o Ctrl+V).
  • No campo onde está escrito “New Tiddler”, troque esse texto por uma identificação (pode ser qualquer uma).
  • No campo em branco, abaixo do conteúdo, reservado às etiquetas, digite “systemConfig” (sem as aspas).
  • Salve o tiddler, clicando em “done”.
  • Salve o documento, clicando em “Save changes”. Caso apareça uma mensagem do navegador indicando que você está realizando uma operação insegura, clique em “Permitir”. Provavelmente isso será perguntado várias vezes.
  • Abra novamente o arquivo e ele já estará traduzido.

Projetos em que eu participo

Atualmente estou envolvido em alguns projetos de software livre. Minha atuação principal é na localização de programas e sites para o português do Brasil. Todas as traduções realizadas são enviadas diretamente para os desenvolvedores, para que eles possam incorporar aos softwares. Dessa forma, elas ficarão disponíveis para todos os seus usuários.

Organizarei nessas páginas a lista de projetos em que eu atuo, fornecendo algumas explicações básicas sobre eles. Além disso, toda documentação que eu produzir ou traduções que eu realizar ficarão também disponíveis aqui.

Espiritismo e postura ética

Vou fugir um pouco aos temas recorrentes aqui na teia e falar de um assunto nunca tratado aqui: religiosidade. Originário de uma família católica, conheci o espiritismo na minha adolescência e senti-me muito atraído pela doutrina. Especialmente porque ela me dava muitas respostas que nunca havia encontrado antes. Apesar de não frequentar nenhum local específico e questionar algumas posturas de determinados integrantes da doutrina, tenho a minha fé e, junto com minha esposa, mantemos nossa crença em seus princípios básicos.

Nunca fui muito de ficar propagando minha escolha pelo espiritismo, sempre assumi uma postura mais discreta. Mas ontem fui ao cinema assistir "Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito" e o filme, de certa forma, mexeu comigo. Resolvi então escrever esse texto.

O filme em si, analisando estritamente a questão técnica, é mediano. A atuação de alguns atores é pouco convincente e a história é apresentada com alguns elementos de metalinguagem que tornam um pouco confusa a sua compreensão. Entretanto, a mensagem e os ensinamentos que a película passa são tão ricos que esses detalhes se tornam secundários.

Pra quem não conhece o conhece, Bezerra de Menezes foi um cearense que nasceu em 1831 e, com dezoito anos mudou-se para o Rio de Janeiro, à epoca, a capital do Brasil. Apesar de participar da vida política como vereador e deputado, sua principal atuação foi na Medicina, onde ficou conhecido como o médico dos pobres, devido ao seu trabalho humanitário e sua grande consideração pelos mais necessitados. Em meio à sua trajetória médica, conheceu o espiritismo e, mesmo sofrendo um grande preconceito, inclusive por parte da sua família de origem, foi um grande propagador da doutrina. Maiores informações podem ser obtidas em uma breve biografia disponível nesse sítio.

E como é belo o legado desse homem. Um exemplo de humildade e respeito ao próximo raro de se ver nos dias de hoje, mesmo entre aqueles que enchem o peito para se dizerem seguidores dos ensinamentos de Jesus. E o mais interessante é que sua mensagem extrapola a questão religiosa. Afinal, ela é basicamente calcada em uma idéia essencialmente ética: considerar as outras pessoas igualmente importantes, independente de sua classe social. Algo tão básico que, se fosse seguido à risca, não teríamos nenhum dos grandes problemas que enfretamos hoje no mundo, como a miséria e a fome.

Inclusive é curioso como, avaliando seus aspectos filosóficos, o movimento de software livre caminha justamente por essa trilha do respeito ao próximo, uma vez que um dos seus princípios básicos é que todo conhecimento deve ser igualmente compartilhado entre as pessoas, de maneira irrestrita e incondicional. Pena que nem todo usuário de software livre pense assim e veja esse movimento como algo capaz somente de produzir softwares eficientes e não elementos de transformação social.

Entre as diversas passagens do filme, três me marcaram bastante. A primeira delas é uma bela profissão de fé que o Bezerra de Menezes faz, através de uma carta, respondendo a correspondência enviada pelo seu irmão, indignidado por ele ter se declarado espírita publicamente. A segunda é um diálogo entre o Bezerra de Menezes e um materialista, em uma cena bela e bem forte. A última, que aparece no filme em off, é uma reflexão do médico, eu transcrevo abaixo:

"O médico verdadeiro não tem o direito de acabar a refeição, de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto. O que não atende por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta noite, mau o caminho ou tempo, ficar longe, ou no morro; o que sobretudo pede um carro a quem não tem como pagar a receita, ou diz a quem chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros os gastos da formatura". Troque "médico" e "medicina" por qualquer outro profissional e profissão que lide com o público e você passa a ter uma bela lição para a humanidade…

Por essa e outras, recomendo a todos que assistam ao filme. Espero que aproveitem para refletir sobre suas posturas de vida e o que têm feito para tornar esse mundo um lugar melhor. E, mais importante do que a reflexão, façam alguma coisa para concretizar isso. Pode até ser algo simples, como escrever um texto como esse… É preferível um pequeno passo realizado do que um grande nunca efetuado. 

Controle o consumo de IO da sua máquina com o iotop

Essa dica veio do sítio The Gay Bar (não se deixem enganar pelo título, lá tem ótimas dicas de tecnologia). Especificamente desse artigo.

Quem usa muito o console do GNU/Linux já conhece o aplicativo top. Esse pequeno programa mostra, em tempo real, a situação do consumo de CPU, memória e outros recursos do sistema. Eu particularmente prefiro a sua "versão anabolizada", o htop, que mostra as mesmas informações com alguns recursos extras.

Entretanto, algumas vezes a sua máquina pode estar lenta não pelo consumo de CPU ou memória, mas sim de IO, ou seja, as transferências de dados entre as aplicações e o disco (IO vem do inglês input/output). Na prática, esse problema ocorre quando existe uma grande transferência de dados entre um processo e o seu disco rígido. Se ele não for rápido o suficiente para processar a requisição, o sistema dá uma breve "congelada" enquanto ele termina sua tarefa.

Uma forma de verificar isso é através do programa iotop. Ele mostra a lista de processos em execução e como está a taxa de transferência deles para o HD. Junto com o htop, forma uma boa dupla para diagnóstico de "surtos de lentidão" no computador. Em tempo, o iotop faz parta da lista de pacotes de toda grande distribuição GNU/Linux.

As 100 coisas a fazer quando me tornar um Senhor do Mal

Há algum tempo li um texto engraçadíssimo chamado "As 100 coisas a fazer quando me tornar um Senhor do Mal", que descreve 100 clichês famosos em filmes de ação e aventura. Reencontrei esse texto recentemente nesse site e resolvi compartilhar aqui. É grande, mas muito engraçado. Inclusive dá até pra identificar os filmes que servem de contra-exemplo. Espero que gostem…

  1. Minhas Legiões do Terror terão capacetes com visores de acrílico, e não placas tampando o campo de visão.
  2. Meus dutos de ventilação serão pequenos demais para alguém rastejar por eles.
  3. Meu nobre meio irmão, do qual usurpei o trono, será morto, não mantido anônimo em uma cela esquecida em minha masmorra.
  4. Fuzilamento não é bom demais para meus inimigos.
  5. O Artefato que é a fonte de meu poder não será mantido na Montanha do Desespero, além do Rio de Fogo guardado pelos Dragões da Eternidade. Será mantido em uma caixa forte convencional. Isso também se aplica ao objeto que é minha única fraqueza.
  6. Não irei me gabar da situação de meus inimigos antes de matá-los.
  7. Quando tiver capturado meu adversário e ele disser "Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que você planeja fazer." Eu direi "não" e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer "não".
  8. Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerimônia civil, não um espetáculo de três semanas de duração durante as quais a fase final de meu plano será implementado.
  9. Não incluirei um mecanismo de autodestruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se o for, não será um grande botão vermelho escrito "Perigo, não aperte". O grande botão vermelho "Não Aperte" irá disparar uma saraivada de balas em qualquer um estúpido o bastante para apertá lo. Ao mesmo tempo, botões "LIGA/DESLIGA" não serão claramente indicados em meus painéis.
  10. Não levarei meus inimigos para interrogatório no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servirá perfeitamente.
  11. Serei seguro de minha superioridade. Assim, não sentirei necessidade de prová-la, deixando pistas na forma de charadas ou permitindo que meus inimigos mais fracos permaneçam vivos, para mostrar que não representam ameaça para  mim.
  12. Um de meus conselheiros será uma criança de cinco anos. Qualquer falha em meus planos que ela seja capaz de detectar será corrigida antes da implementação.
  13. Todos os inimigos mortos serão cremados. Os corpos levarão repetidos tiros de munição de grosso calibre. Ninguém será deixado para morrer no fundo de um penhasco. O anúncio de suas mortes, bem como a respectiva celebração do evento, serão adiados até depois dos procedimentos acima mencionados.
  14. O herói não terá direito a um último beijo, último cigarro ou qualquer tipo de último pedido.
  15. Nunca usarei nenhum dispositivo com um contador digital. Se achar que tal dispositivo é essencial, o marcarei para ativação quando o contador chegar em 117 e o heróis estiver começando a pensar em um plano para desativá-lo.
  16. Nunca usarei a frase "Antes de matá-lo, há uma coisa que desejo saber".
  17. Quando empregar pessoas como conselheiros, ocasionalmente irei escutar seus conselhos.
  18. Se um jovem e atraente casal entra em meu Reino, irei monitorar cuidadosamente suas atividades. Se descobrir que são felizes e apaixonados, os ignorarei. Entretanto, se as circunstâncias os forçaram a ficar juntos, contra sua vontade, e se passam todo o tempo implicando e criticando um ao outro exceto em ocasiões quando estão salvando a vida um do outro, momento em que há toques de tensão sexual no ar, ordenarei imediatamente sua execução.
  19. Não terei um filho. Apesar de suas risíveis e mal planejadas tentativas de usurpar meu poder sempre falharem, isso pode se tornar uma distração fatal em um período crucial.
  20. Não terei uma filha. Ela iria ser tão bonita quando má, mas uma simples olhada para a expressão no rosto do herói e ela irá trair o próprio pai.
  21. Apesar de ser uma forma comprovada de aliviar o stress, não soltarei risadas maníacas. Com essas risadas, quando ocupado, é muito fácil deixar de perceber pequenas nuances e acontecimentos que um indivíduo mais atento pode identificar e responder à altura.
  22. Contratarei um estilista talentoso para criar uniformes originais para minhas Legiões do Terror, ao contrário de certos modelos baratos que os fazem parecer tropas nazistas, legiões romanas ou hordas de selvagens mongóis. Todos foram eventualmente derrotados e quero que minhas tropas tenham uma inspiração moral mais positiva.
  23. Não importa o quão tentador seja a perspectiva de poder ilimitado, não irei absorver qualquer campo de energia maior que minha cabeça.
  24. Manterei um estoque especial de armas de baixa tecnologia e treinar minhas tropas em seu uso. Assim, mesmo que os heróis consigam destruir meu gerador de energia e/ou desativar as armas de energia padrão, minhas tropas não serão sobrepujadas por um bando de selvagens armados com lanças e pedras.
  25. Manterei uma estimativa realista de minhas forças e fraquezas. Mesmo que isso tire parte da diversão do trabalho, pelo menos nunca irei dizer a frase ‘Não, não pode ser! EU SOU INVENCÍVEL!!!" (após a qual, normalmente a morte é instantânea).
  26. Não importa o quão bem funcione, jamais construirei qualquer tipo de equipamento que seja completamente indestrutível exceto por um pequeno e virtualmente inacessível ponto vulnerável.
  27. Não importa o quão atraentes certos membros da rebelião podem ser, provavelmente em algum lugar há alguém igualmente atraente que não está tentando desesperadamente me matar. Assim, pensarei duas vezes antes de ordenar que uma prisioneira seja levada a meus aposentos.
  28. Nunca construirei uma única unidade de alguma coisa importante. Todos os sistemas essenciais terão painéis de controles e fontes de força redundantes. Pela mesma razão, sempre carregarei pelos menos duas armas carregadas, todo o tempo.
  29. Meu monstro de estimação será mantido em uma jaula bem segura, da qual ele não poderá escapar e na qual não poderei cair por acidente.
  30. Irei me vestir com cores claras e alegres, isso deixará meus inimigos confusos.
  31. Todos os magos incompetentes, escudeiros, bardos sem talento e ladrões covardes em meu Reino serão executados. Meus inimigos certamente desistirão e abandonarão sua cruzada se não tiverem um parceiro cômico ao lado.
  32. Todas as camponesas ingênuas e peitudas que servem bebidas em tabernas serão trocadas por garçonetes experientes e profissionais, que não irão dar apoio ao herói ou servir de par romântico para seu ajudante.
  33. Não terei um ataque de fúria e matarei o mensageiro que me trouxe más notícias só para mostrar o quão mal realmente sou. Bons mensageiros são difíceis de achar.
  34. Não exigirei que as mulheres em postos de comando em minha organização usem tops de aço inoxidável. A moral da tropa fica bem melhor com um código de vestimenta mais casual. Ao mesmo tempo, roupas feitas inteiramente de couro serão reservadas para ocasiões formais.
  35. Nunca vou me transformar em uma cobra. Isso nunca funciona.
  36. Não deixarei crescer um cavanhaque. Nos velhos tempos fazia com que você parecesse diabólico, hoje o torna um membro frustrado da Geração X.
  37. Não prenderei membros do mesmo grupo no mesmo bloco da masmorra. Muito menos na mesma cela. Se são prisioneiros importantes, manterei a única chave da cela comigo, ao invés de deixar uma cópia com cada guarda do destacamento da prisão.
  38. Quando meu tenente de confiança disser que minhas Legiões do Terror estão perdendo uma batalha, eu acreditarei nele. Afinal, ele é meu tenente de confiança.
  39. Se um inimigo que acabei de matar tem irmãos ou filhos em algum lugar, irei encontrá-los e executá-los imediatamente, ao invés de esperar que cresçam nutrindo sentimentos de vingança contra mim.
  40. Se eu não tiver escapatória a não ser me envolver em uma batalha, certamente não liderarei na frente de minhas Legiões do Terror, nem procurarei o líder adversário entre o exército inimigo.
  41. Não serei cavalheiresco ou bom esportista. Se possuir uma super arma contra a qual não há defesa, a usarei assim que for possível, ao invés de mantê-la guardada.
  42. Assim que meu poder estiver estabelecido, destruirei todos aqueles inconvenientes dispositivos de viagem no tempo.
  43. Quando capturar o herói, terei certeza de também capturar seu cachorro, macaco, furão ou qualquer outro bichinho bonitinho de dar nojo, capaz de desamarrar cordas e roubar chaves, que por acaso ele tenha como mascote.
  44. Manterei uma saudável dose de ceticismo quando capturar a linda rebelde e ela disser que está atraída por meu poder e boa aparência, e alegremente trairá seus companheiros se eu deixá-la tomar parte em meus planos.
  45. Só irei contratar caçadores de recompensa que trabalhem por dinheiro. Aqueles que trabalham por prazer tendem a fazer coisas tolas como equilibrar as chances, para dar ao outro cara uma disputa justa.
  46. Terei um claro entendimento sobre quem é responsável pelo que em minha organização. Por exemplo, se meu general fracassou, não irei sacar minha arma, apontar para ele, dizer "e este é o preço do fracasso" então subitamente apontar e matar um subalterno qualquer.
  47. Quando um conselheiro disser "Meu Lorde, ele é somente um homem. O que apenas um homem pode fazer?" Eu responderei: "Isso!" e matarei o conselheiro.
  48. Se descobrir que algum fedelho começou uma cruzada para me destruir, irei chaciná-lo enquanto ele ainda é um fedelho, ao invés de esperar que cresça e se torne um adulto.
  49. Tratarei qualquer monstro que eu venha a controlar através de mágica ou tecnologia com respeito e ternura. Assim, se perder o controle sobre ele, não virá imediatamente atrás de mim por vingança.
  50. Se descobrir a localização aproximada do único artefato que pode me destruir, não irei mandar todas as minhas tropas para recuperá-lo. Ao contrário, mandarei as tropas atrás de alguma outra coisa, e discretamente colocarei um anúncio de "procura-se, gratifica-se bem", em um jornal local.
  51. Meus computadores principais terão seu próprio sistema operacional, que será totalmente incompatível com IBM PCs ou Macs.
  52. Se um dos guardas de minha masmorra começar a esboçar preocupação com as condições na cela da linda princesa, ele será imediatamente transferido para uma função com menos envolvimento com pessoas.
  53. Contratarei um time de arquitetos e pesquisadores de alto nível para examinar meu castelo e me informar de quaisquer passagens secretas e túneis abandonados que eu não tenha conhecimento.
  54. Se a linda princesa que capturei disser "Nunca me casarei com você! Nunca! Está ouvindo? Nunca!" eu direi: "Tudo bem." E a executarei.
  55. Não farei uma barganha com uma criatura demoníaca e depois tentarei desfazê-la apenas porque me senti com vontade.
  56. Os mutantes deformados e malucos psicóticos terão seu lugar em minhas Legiões do Terror. Entretanto antes de mandá-los em uma importante missão secreta que demande tato e sutileza, verificarei se há alguém mais igualmente qualificado, e que atraia menos atenção.
  57. Minhas Legiões do Terror serão treinadas em tiro básico. Qualquer um que não consiga aprender a acertar algo do tamanho de um homem a 10 metros de distância, será usado como alvo.
  58. Antes de utilizar qualquer tipo de artefato ou máquina capturada, lerei cuidadosamente o manual de instruções.
  59. Se for necessário fugir, não irei parar para fazer uma pose dramática e dizer uma frase profunda.
  60. Nunca irei construir um computador inteligente que seja mais esperto do que eu.
  61. Pedirei a meu conselheiro de cinco anos de idade que tente decifrar qualquer código que eu estiver pensando em adotar. Se ele o decifrar em menos de 30 segundos, não será usado. Nota: Isso também se aplica a passwords.
  62. Se meus conselheiros perguntarem "Por que está arriscando tudo nesse plano louco?", não prosseguirei até ter uma resposta que os satisfaça.
  63. Projetarei os corredores de minha fortaleza para que não haja alcovas ou suportes estruturais protuberantes que possam ser usados como abrigo por intrusos durante um tiroteio.
  64. Lixo será eliminado em incineradores, não compactadores. E eles serão mantidos acesos, sem aquele nonsense de chamas que se ativam através de túneis de acesso, em intervalos previsíveis.
  65. Irei me consultar com um psiquiatra e me curar de todas as estranhas fobias e bizarros hábitos compulsivos que possam se mostrar uma desvantagem.
  66. Se for obrigatório que existam terminais de computador de acesso público, os mapas que mostram meu complexo terão uma sala claramente marcada como Sala de Controle Central. Essa sala será a Câmara de Execução. A sala de controle central de verdade estará indicada como Câmara de Contenção de Transbordamento do Esgoto.
  67. Meu teclado de segurança na verdade será um scanner de impressões digitais. Qualquer um que observe um usuário digitar seu código e consequentemente tente digitar a mesma sequência irá ativar o alarme central.
  68. Não importa quantos curtos circuitos há no sistema, meus guardas serão instruídos a tratar cada câmera de segurança com defeito como caso de emergência total.
  69. Pouparei a vida de alguém que tenha me salvado no passado. Isso só é razoável se estimular outros a fazê-lo. Entretanto a oferta só é válida uma única vez. Se querem que os poupe novamente, é melhor que salvem minha vida mais uma vez.
  70. Todas as parteiras serão banidas de meu reino. Os bebês nascerão em hospital supervisionados pelo Estado. Órfãos serão colocados em lares adotivos, não abandonados na floresta para serem criados por criaturas selvagens.
  71. Quando meus guardas se separarem para procurar por intrusos, eles sempre andarão em grupos de pelo menos dois. Serão treinados para que se um desaparecer misteriosamente no meio da patrulha, o outro iniciará imediatamente um alerta e chamará por reforços, ao invés de ficar procurando o colega pelas esquinas.
  72. Se eu decidir testar a lealdade de um assistente, para descobrir se ele pode ser promovido a homem de confiança, terei um grupo de atiradores de elite por perto, caso a resposta seja não.
  73. Se todos os heróis estão ao lado de um mecanismo esquisito e me desafiando, usarei uma arma convencional, ao invés de disparar minha super arma invencível contra eles.
  74. Não concordarei em deixar os heróis partirem livres, se vencerem uma competição, mesmo que meus conselheiros digam que está tudo arranjado e que é impossível para eles ganhar.
  75. Quando criar uma apresentação multimídia de meu plano, será feita para que meu conselheiro de cinco anos de idade possa facilmente entender os detalhes, não irei chamar o disco de "Projeto Overlord" e deixá lo solto em minha mesa.
  76. Instruirei minhas Legiões do Terror para atacarem o herói em massa, ao invés de ficarem em volta dele esperando enquanto um ou dois atacam de cada vez.
  77. Se o herói correr para meu telhado, não irei atrás dele em uma tentativa de atirá-lo do alto. Também não lutarei com ele na beira de um despenhadeiro. (No meio de uma ponte de cordas sobre um rio de lava derretida é algo não que não vale nem a pena considerar).
  78. Se tiver um surto de insanidade e decidir oferecer ao herói a chance de rejeitar um emprego como meu Braço Direito, irei reter sanidade o suficiente para esperar que meu atual Braço Direito saia da sala antes de fazer a oferta.
  79. Não direi para minhas Legiões do Terror "E ele deve ser trazido vivo!". A ordem será: "E tentem trazê-lo vivo se for razoavelmente viável".
  80. Se acontecer de minha máquina do Juízo Final possuir um botão de reversão, assim que tiver sido usada irei derretê-la e cunhar uma edição especial limitada de moedas comemorativas.
  81. Se minhas tropas mais fracas falharem na tentativa de eliminar o heróis, mandarei minhas melhores tropas, ao invés de perder tempo mandando tropas progressivamente mais fortes, a medida em que ele se aproxima de minha fortaleza.
  82. Quando lutar com o herói no alto de uma plataforma em movimento, o tiver desarmado e estiver a ponto de acabar com sua vida e ele olhar para algo atrás de mim e se jogar no chão, me jogarei imediatamente no chão também, ao invés de fazer uma expressão inquisitiva e olhar para trás para ver o que ele viu.
  83. Não atirarei em nenhum de meus inimigos se eles estiveram de pé em frente a um suporte crucial de uma estrutura pesada, perigosa e precariamente equilibrada.
  84. Se estiver jantando com o herói, colocar veneno em sua taça, e subitamente tiver que sair da sala por alguma razão, pedirei novos drinques para nós, ao invés de tentar decidir se ele trocou ou não os copos.
  85. Não deixarei que prisioneiros de um sexo sejam vigiados por membros do sexo oposto.
  86. Não implementarei nenhum plano cujo passo final seja horrivelmente complicado, como "alinhe as 12 Pedras do Poder no altar sagrado então ative o medalhão no momento do eclipse total". Ao invés disso, meu plano será ativado com a frase "aperte o botão".
  87. Terei certeza de que minha Máquina do Juízo Final está devidamente dentro das regras de instalação, e corretamente aterrada.
  88. Meus tonéis de produtos químicos perigosos ficarão tampados quando fora de uso. Também não construirei passagens e escadas sobre eles.
  89. Se um grupo de subordinados falhar miseravelmente em sua missão, não lhes darei uma grande bronca por sua incompetência para, em seguida, enviar o mesmo grupo para tentar de novo.
  90. Depois de capturar a super arma do herói, não vou imediatamente dispensar minhas legiões e relaxar minha guarda pessoal porque acredito que qualquer um que possua a arma é invencível. Afinal, o herói tinha a arma e eu a tomei dele.
  91. Não vou projetar uma Sala de Controle Central em que todos os terminais deixem o operador de costas para a porta principal.
  92. Não irei ignorar o mensageiro esbaforido e obviamente agitado até que minha cavalgada ou outro entretenimento pessoal termine. O que ele tem a dizer pode ser importante.
  93. Se chegar a falar com o herói ao telefone, não irei ameaçá-lo. Ao contrário, direi que sua perseverança me deu uma nova visão da futilidade de minhas ações malvadas, e que se ele me deixar em paz por alguns meses de quieta contemplação provavelmente voltarei para o caminho do Bem. (heróis são incrivelmente fáceis de se enganar, quanto a isso).
  94. Se eu decidir realizar uma execução dupla do herói e de um subordinado que tenha falhado ou me traído, farei com que o herói seja executado primeiro.
  95. Quando efetuando uma prisão, meus guardas não deixarão que parem e peguem um objeto aparentemente inútil, por puro valor sentimental.
  96. Minhas masmorras terão sua própria equipe médica qualificada, completa com guarda-costas. Assim se um prisioneiro ficar doente e seu colega de cela disser ao guarda que é uma emergência, o guarda chamará um grupo de trauma, ao invés de abrir a cela para dar uma olhada.
  97. Minhas portas serão projetadas de tal modo que se alguém destruir o painel de controle do lado de fora, a porta fechará e se destruir o painel do lado de dentro, a porta abrirá. E não vice-versa.
  98. As celas de minhas masmorras não conterão objetos com superfícies reflexivas ou nada que possa ser transformado em cordas.
  99. Qualquer conjunto de dados de importância crucial será acondicionado em arquivos de 1.45Mb, para não caberem em um único disquete.
  100. Finalmente, para manter todos os meus súditos contentes e descerebrados, irei prover a cada um acesso à Internet ilimitado, grátis.

Abertas as inscrições para a 3ª edição do Festival Software Livre – DF

Estão abertas, desde o dia 26 de agosto, as inscrições da 3ª edição do Festival software Livre – DF. Os candidados poderão inscrever-se e participar da realização do evento que reunirá, nos dias 3 e 4 de outubro, profissionais e adeptos do Software Livre, interessados no aprendizado e disseminação da sua cultura. Esse evento será realizado pela Associação de Tecnologias Abertas – ATA, UCB e SERPRO, e organizado pela
Training Tecnologia.

Com a expectativa de mais de 2000 participantes, o evento ocorrerá na Universidade Católica de Brasília. Estarão presentes lideranças de Software Livre do Governo Federal, comunidades, professores, pesquisadores e estudantes de diversas áreas; empresários, profissionais e técnicos do setor. O evento contará com a apresentação de palestras, tutoriais, cases de sucesso, oficinas práticas, maratona de Java e
brinquedoteca (jogos em software livre). Aproveite essa oportunidade para interagir com a comunidade de Software Livre tanto nacional quanto internacional.

Estes são alguns dos palestrantes já confirmados: Jon "Maddog" Hall (Boston – LPI), Leandro Monk (Argentina – GCOOP), Rodrigo Padula (FEDORA), Fernando Anselmo (POLITEC/DFJUG), Sandro Melo (4NIX), Fernando Boaglio, Jomar Silva (ODF Alliance Chapter Brasil), João Eriberto (FORTIUM), Felipe Wiel (DEBIAN), Razgriz, Paulo Maia (GPJO – Caixa), Marcelo D’Elia Branco (Projeto Software Livre Brasil), entre outros.

A taxa única cobrada para participação nos dois dias do evento é de R$ 50,00. Confira a programação e outros detalhes no site oficial do evento: http://www.festivalsoftwarelivre.org.