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Você não controla mais a informação. E isso é bom!

O título desse artigo é a tradução de um slide que aparece na apresentação abaixo, originalmente obtida sítio do TED. Ativem a legenda em inglês para entender melhor, pois ele fala muito rápido.

Em resumo, o Greenpeace queria um nome que representasse as baleias para uma campanha e, dentre os diversos nomes eruditos que apareceram, surgiu um, em tom de brincadeira: "Mister Splashy Pants". É algo intraduzível para o português, mas basicamente brinca com a onomatopeia "splash" e o sentido de respingo, gerando algo similar a "Senhor Calças Respingadas".

O interessante é que o nome pegou e começaram a surgir diversas campanhas em prol dessa escolhas. O Greenpeace chegou a estender a votação por mais uma semana, pois achou que aquilo era só uma brincadeira. Mas a situação não mudou e o resultado final foi a vitória de "Mister Splashy Pants", com 78% dos votos (o segundo lugar ficou com somente 3%).

Voltando ao título do artigo, a lição principal que fica dessa história é justamente que você não controla aquilo que coloca na Internet. Se você abrir uma enquete, permitir que os usuários façam comentários em suas publicações, pedir por colaborações online, ou abrir espaço para qualquer outro tipo de interação, esteja preparado para qualquer coisa. E saiba que qualquer pessoa tem tanto poder quanto você na Internet. E isso não é ruim! Mesmo que existam os vandalismos, mesmo que possam surgir bobagens, o verdadeiro sentido da informação online é justamente esse: todos estão no mesmo nível e todos podem participar. É isso que apavora a grande mídia e é por isso que eles tentam, a todo custo, deter essa produção de informações.

Sei que vivemos momentos de medo, com blogueiros sendo processados em um ritmo cada vez mais intenso. Mas isso não deve ser utilizado como justificativa para impedirmos a participação das pessoas em nossas publicações. Quando fazemos isso, a Internet fica mais pobre, pois perde um importante componente que é a interação. Tentemos ser maiores que o nosso medo. Os resultados positivos podem não ser imediatos, mas com certeza estaremos contribuindo para a construção de uma Internet mais bacana.

Quando estava fechando esse artigo, recebi a indicação do Sérgio Lima sobre um artigo do blog do Glaydson Lima bem interessante que explica, de maneira bem clara, a questão legal dos comentários em blogs. Vale a leitura.

Como produzir favicons a partir de imagens GIF

Vocês já deve ter reparado que vários sítios possuem um pequeno ícone ao lado do endereço, na barra do navegador (a  teia, por exemplo, tem um "e" estilizado). O nome desse ícone é favicon, que é uma contração de "favorite icon", ou seja, "ícone de favorito". Isso porque a ideia surgiu originalmente no Internet Explorer 4 (sim, você leu direito, o Internet Explorer deu uma contribuição positiva para a Internet!!!) e servia para identificar os favoritos desse navegador. O seu uso se popularizou e hoje todos os navegadores mais conhecidos utilizam essa tecnologia.

Antes, para produzir um favicon, era necessário um conhecimento mínimo de manipulação de imagem, para deixá-la do tamanho certo (o favicon tem, por padrão, 16x16 pixels de tamanho). Agora existe um serviço web que simplifica absurdamente esse trabalho. É o FavIcon from Pics. Você envia a imagem a ser convertida, regula os parâmetros disponíveis e ele gera o ícone pra você. Tem até a opção de acrescentar um texto que fica passando como um letreiro. Uma mão na roda pra quem precisa produzir um (ou vários) favicons e está sem muito tempo ou ânimo pra abrir o editor de imagens.

Competição de breakdance: Batman vs. Curinga. Um jogo no... YouTube?!

Graças a um retweet da @liliansta, acabei de assistir a uma das ideias mais interessantes de uso do YouTube: um jogo! Isso mesmo, um sujeito identificado como PatrickBoivin produziu uma competição de breakdance entre Batman e Curinga na forma de vídeos do YouTube. As animações do jogo foram produzidas em stop-motion (muito bem feitas, por sinal!) e a interação é por conta do recurso de criar links de um vídeo para o outro. Funciona assim, você escolhe o seu jogador (o Batman ou o Curinga) no vídeo inicial e é levado a outro vídeo, onde aparecem os dois na mesma tela, com uma espécie de placar no alto. A partir daí o seu adversário executará uma série de movimentos de break na tela. Ao final, aparece uma sequência de letras no placar dele. Você deve esperar a mesma sequência aparecer no placar do seu jogador. Quando isso acontecer, clique no botão de interação, que fica no meio da tela ao alto. Se você conseguir clicar a tempo, ele executará a mesma sequência (com alguns acréscimos legais). Como é mais fácil ver do que explicar essa dinâmica, experimente na tela abaixo. Você também pode jogar no próprio YouTube.

A jogabilidade em si é simples e limitada, pois as sequências serão sempre as mesmas. Mas a ideia do jogo é muito interessante e abre algumas perspectivas bacanas de como utilizar o YouTube para outras coisas além de só assistir aos filmes. Vamos ver se outras ideias legais surgem na esteira dessa.

Mudando a "identidade" do seu Firefox

O (suposto) navegador web Internet Explorer reconhece uma série de sintaxes HTML fora do padrão internacional definido pelo W3C. E não reconhece (ou passou a reconhecer tardiamente) alguns elementos que já são padrão, como, por exemplo, o fundo transparente de imagens PNG (se você é um infeliz usuário do IE até a versão 6, vai ver um fundo branco no logo da teia, lá em cima, ao invés da transparência).

Essas incompatibilidades são o inferno dos desenvolvedores web, que acabam tendo que criar truques para adequar suas páginas a vários navegadores. Infelizmente alguns (também supostos) desenvolvedores nem se dão a esse trabalho. Simplesmente criam uma página que, teoricamente, só funciona no Internet Explorer e colocam um aviso de exclusividade de navegador (os famosos "Essa página é melhor visualizada no Internet Explorer"). Alguns outros fazem ainda pior e embutem códigos de JavaScript que simplesmente impedem o seu acesso à página caso você não utilize o (pretenso) navegador. Com isso, muita gente que não estão usando o dito cujo acham que a culpa é do navegador, numa falsa ilusão de que o produto da Microsoft é melhor porque abre qualquer página.

O Firefox pode se identificar como outros navegadoresMas como é que os desenvolvedores sabem qual navegador está acessando seu sítio? Simples. Toda vez que o navegador faz a requisição da página para o servidor onde ela está hospedada, ele envia uma série de informações chamadas User Agent strings, que, normalmente, possuem os seguintes dados: nome e versão do navegador, sistema operacional do usuário e o idioma preferencial. É graças a essas informações que, por exemplo, serviços de estatísticas conseguem dizer quais navegadores chegaram ao seu sítio.

Entretanto você pode alterar essas informações enviadas pelo seu navegador. Pra quem usa o Firefox, é possível fazer isso manualmente alterando as configurações do navegador através do recurso about:config. Ou usar um complemento que simplifica bem o seu trabalho: o User Agent Switcher. Após instalá-lo, sempre que quiser mudar a "identidade" do seu navegador, basta ir até o menu "Ferramentas", escolher a opção "User Agent Switcher" e selecionar a desejada. Inclusive o complemento tem uma opção para acrescentar novas informações de User Agent. Isso, associado às informações disponínveis no excelente sítio User Agent String.Com, lhe dão recursos para assumir a identidade de qualquer navegador, em qualquer sistema operacional e em qualquer idioma.

Experimente esse complemento e supreenda-se ao descobrir que muitas páginas "melhor visualizadas no Internet Explorer", funcionam perfeitamente bem no Firefox.

Quer hospedar um sítio? Fuja da SunHost...

Em outubro de 2007 eu migrei a teia para a DreamHost, hospedagem que eu uso até hoje. Não que tenha alguma coisa contra hospedagens nacionais. Mas a relação custo/benefício deles é excelente, pro nível de serviço que eu quero. Existem várias hospedagens boas aqui no Brasil. Entretanto existem algumas complicadas. E é justamente de uma dessas que eu vou falar aqui.

A Ângela Glavam, uma velha conhecida de listas de discussão, mantenedora dos sítios Bibi-Piaf e Toque de Arte, enfrentou uma série de problemas com a SunHost (o sítio dela que estava hospedado na SunHost é o Toque de Arte). Fiquei tão assombrado com o nível do atendimento deles que pedi a ela que descrevesse os fatos para colocar aqui na teia. Abaixo está o relato que ela me enviou.

Contratei os serviços de hospedagem de site da empresa SUNHOST INFORMATICA (SUNHOST INFORMATICA LTDA - ME/Rua FERNANDO GRUBER Nº 155 Sl. 01 - Bairro 25 DE JULHO -São Bento do Sul - SC - CEP: 89.290-000 - CNPJ 08.689.306/0001-09) há algum tempo.
Em 7 de março do corrente ano (2009) paguei adiantada a anuidade da hospedagem. Na semana passada o site apresentou problemas de segurança (indicados em email enviado pelo Google) e foi resetado. Desde então não consegui mais fazer nenhuma publicação nele, já que um problema no Painel de Controle impede que as extensões Front Page sejam instaladas corretamente e, sem elas, o site não funciona na totalidade.
Após 5 dias de intensa troca de emails e promessas de que o problema seria resolvido (não foi resolvido até hoje, dia 18 de maio de 2009) solicitei o cancelamento da minha conta e o reembolso da quantia equivalente aos 10 meses de serviço de hospedagem ainda não utilizados.
Resposta da Sunhost:
"Conforme já informado e explicado não será feita nenhuma devolução do valor pago."
Diante da recusa, argumentei que a empresa está abusando da boa-fé e da honestidade do cliente, que sua propaganda é enganosa , nenhum chat anunciado funciona e não há qualquer telefone para contato como manda a lei. Disse-lhes não saber se tais atitudes são produto de má-fé, se desconhecem a Lei ou se simplesmente esperam permanecer impunes. Avisei que estava enviando a mensagem com cópia para a Defesa do Consumidor de O Globo e publicando nos principais serviços de Defesa do Consumidor na Internet e que mantenho registro de toda a correspondência que trocamos, onde se vê claramente a Sunhost enviar respostas que não respeitam a veracidade dos fatos.
Resposta da Sunhost:
"A Sra. pode fazer essas 'denúncias' sem problema nenhum, mas já lhe adianto que estará apenas perdendo seu tempo."
Em novo email para a empresa, desautorizei o cancelamento da conta até que façam a devolução do valor referente a não utilização da hospedagem por 10 meses, segundo contrato com validade de 17 de março de 2009 a 17 de março de 2010.
A recusa persiste - "Só efetuamos devolução do valor pago para novos clientes e no prazo de 30 dias, fora isso somente em algum caso especial, o qual não se enquadra o seu. Podemos cancelar sua conta?" - demonstrando cabalmente o descaso pelo direito do consumidor e pela lei.

Não é meio assustador quando uma empresa escreve um e-mail  (ou seja, um documento) declarando ser perda de tempo exigir seus direitos? O que eles pensam dos seus clientes?

E o pior é que, infelizmente, eles não estão sós nesse descaso, vide as diversas reclamações contra outras empresas que vemos diariamente. Será que algum dia essas empresas vão perceber que sem clientes elas não sobrevivem? E será que esses clientes algum dia aprenderão que a melhor forma de cobrar uma postura mais decente dessas empresas é justamente boicotando seus serviços e denunciando seus erros?

E vocês, amigos? Já passaram por problemas assim? E como reagiram a eles?

Ambiente desktop livre ilustrando vídeo da Microsoft - ATUALIZADO

Entre rápido nessa página da Microsoft (você leu direito, é da Microsoft mesmo). Resista ao apelo no alto da tela para "Upgrade your Internet Experience" (com o ameaçador ícone do Internet Explorer ) e olhe bem para a imagem que se encontra no meio da tela à direita (agora é tarde, já mudaram a imagem, mas fica o registro e a "prova do crime"). Essa imagem é um link para um vídeo. A chamada é bem clara: virtualização de outros ambientes Windows no novo Windows 7 (e o vídeo trata justamente disso). Ou seja, uma imagem mostrando o Windows XP, que pode ser virtualizado dentro do Windows 7, certo? Errado! Olhe novamente a imagem.

Tela do XPDE
 

Essa tela, na verdade é do XPDE, um ambiente desktop para GNU/Linux que tenta imitar ao máximo a aparência do Windows XP. Detalhe, essa imagem que aparece no sítio da Microsoft é essa aqui, da galeria de imagens do XPDE (tem até o Gimp na barra de tarefas). Compare as duas e repare que a imagem que está no sítio da Microsoft foi cortada na sua parte superior.

Pois é, pelo jeito os desenvolvedores do XPDE conseguiram seu intento. O ambiente ficou tão parecido com o Windows XP que até a Microsoft se confundiu.    Ou será que esse é um reconhecimento de que o design do software livre é mais apresentável que o do Windows? Resta a dúvida... 

Ah, caso a Microsoft mude a tela, aqui tem uma captura da mesma, para fins históricos. E a dica da página veio do Djavan Fagundes, via identi.ca.

Atualização:

O Djavan fez a correção nos comentários: quem deu a indicação inicial não foi ele, mas o Lucas Mezencio, que tem um blog legal e acabou de escrever um artigo sobre um tema que eu já ia colocar aqui na teia: QRCodes. Ele é um sem-graça. 

Outra atualização (15/05/2009):

Eu falei pra vocês entrarem rápido na página, não falei? Pois não é que a Microsoft atualizou a imagem? Ainda bem que eu fiz uma captura da tela pra documentar a bobagem. Só falta agora falarem que foi montagem... 

Novo sítio do projeto Software Livre Educacional no ar

É com grande alegria que eu anuncio que o novo sítio do projeto Software Livre Educacional (do qual sou um dos coordenadores), acaba de entrar no ar. O antigo era baseado em Drupal (como a teia) e, apesar de funcionar muito bem como divulgador de atividades, era pouco interativo, pois seguia mais a linha "publicação/comentário". O novo é baseado no CMS de redes sociais Elgg e permitirá uma atuação muito mais direta dos seus integrantes.

O projeto Software Livre Educacional (ou SLEdu, como é mais conhecido entre seus membros), surgiu com o propósito de traduzir e documentar softwares livres utilizáveis na área de educação. A idéia é quebrar um pouco o paradigma técnico e começar a produzir material didático para o uso dessas ferramentas. E pretendemos dinamizar esse objetivo com o uso do novo sítio.

Ele funcionará como qualquer outra rede social, permitindo a publicação de artigos de blog, documentação na forma de páginas e a criação de grupos e associações entre usuários. A diferença é que o seu conteúdo será totalmente livre e aberto para qualquer pessoa, mesmo os não participantes do projeto.

Interessados em conhecer o sítio ou participar do projeto podem visitar a nova página. Quem quiser atuar mais diretamente, pode também participar das nossas listas de discussão. Para isso, basta visitar a página com a relação das listas, cadastrar-se em uma delas e, após aprovação, apresentar-se, dizendo seu nome e proposta de atuação. Mais uma vez, a participação de todos é livre.

10 de fevereiro - Dia da Internet segura

Conforme definição do sítio que está organizando o evento aqui no Brasil,

O Dia da Internet Segura (“Safer Internet Day”) é uma iniciativa anual da INSAFE, rede de organizações patrocinada pelo programa Safer Internet Plus, da Comissão Européia. O objetivo geral da rede e da data é promover o uso ético e seguro da Internet e outras tecnologias, por meio da difusão de informações, recursos e guias de boas práticas. 

No ano passado participaram do evento 56 países. Neste ano, já existem 65 com atividades marcadas. Aqui no Brasil a organização coube à ServerNet Brasil, uma ONG bastante séria e envolvida há algum tempo com a questão de abusos na Internet, e ao Ministério Público Federal.

E essa é uma discussão não só necessária como urgente. Quando se fala em segurança no uso de computadores, a maioria das pessoa logo pensa em antivírus e firewall. Mas esquecem-se que um perigo muito maior encontra-se justamente na chamada engenharia social, que é justamente a "arte" de conseguir informações importantes a partir da enganação e exploração das pessoas.

Mas engana-se que a engenharia social é utilizada somente para obter senhas de acesso ou informações confidenciais de empresas. Essas técnicas já são utilizadas há algum tempo por criminosos para obter informações sobre suas vítimas, em especial, estupradores e pedófilos. E a Internet, com seu alcance e velocidade de divulgação de informações, é um prato cheio para essas pessoas atuarem não só na obtenção de informações como também na divulgação de seus "resultados".

Engana-se também quem pensa que bloquear determinados sítios (prática comum em alguns ambientes educacionais) consegue impedir esse tipo de prática. Existem diversas maneiras de contornar a maioria dos bloqueios e é literalmente impossível bloquear todo conteúdo potencialmente perigoso sem impedir o acesso a outros conteúdos que possam ser úteis. Portanto, a melhor forma de combater as ameaças digitais ainda é o bom e velho diálogo. Discutir com as pessoas os perigos às quais elas estão expostas e orientar crianças e adolescentes dos problemas que eles podem enfrentar é uma opção mais educativa e honesta.

Seguem abaixo dicas (algumas bem óbvias, mas nem por isso menos importantes) de como agir para ter um comportamento mais seguro na rede:

  • Use o GNU/Linux. Pode parecer uma sugestão radical, mas vai te manter livre da maioria absoluta de vírus e spywares.
  • Caso use algum sistema proprietário, prefira o Firefox ao invés do Internet Explorer e o Thunderbird ao invés do Outlook Express. Além de aumentar consideravelmente a sua segurança contra vírus e spywares você terá muito mais opções de uso, por meio das extensões, e estará usando ferramentas que seguem padrões internacionais da web.
  • Caso você use o Microsoft Windows, nunca abra anexos de e-mail sem ter certeza absoluta de que ele é aquilo que se diz ser. E mesmo nesses casos, nunca abra arquivos com extensão .scr, .exe, .com e .pif.
  • Se você é usuário de alguma rede social ou comunidade virtual, nunca divulgue dados pessoais como endereço, telefone, e locais onde trabalha/estuda e frequenta normalmente. Se possível evite divulgar também seu e-mail. Oriente outras pessoas a fazerem o mesmo, especialmente crianças e adolescentes.
  • Caso marque um encontro físico com alguém que conheceu via Internet, faça-o em um local público.
  • Grande parte das redes sociais, como o Orkut, possuem restrição de cadastro para maiores de 18 anos. Por isso, não utilize essas redes para trabalhos educativos que envolvam menores de idade, nem estimule a participação deles nessas redes. Se você ensina a uma criança que ela pode mentir a idade para entrar em um sítio, ela está aprendendo que pode mentir em outras ocasiões também. Prefira o uso de redes autogeridas, que você mesmo pode criar e manter, ou que tenham regras que não precisem ser burladas. O serviço de criação de redes sociais Ning é uma alternativa bem interessante, pois permite criar sua própria rede social e já possui algumas bem bacanas.
  • Lembre-se sempre (e reforce nas pessoas) que a Internet não é um "mundo à parte". As pessoas com as quais interagimos lá, existem de verdade, portanto difamações e ofensas "virtuais" atingem pessoas "reais". Assim como no mundo físico, tenha sempre em mente que brincadeiras digitais de mau-gosto podem fazer um estrago bem grande.
  • Converse, converse, converse. Um diálogo franco e aberto com as crianças e adolescentes que você tem contato, seja membros da sua família, alunos ou conhecidos, tem um valor inestimável na educação deles. Seja humilde para reconhecer que não conhece determinados assuntos e proponha que vocês pesquisem juntos. E evite as "respostas prontas" e atitudes do tipo "não pode e pronto". Isso só estimulará a insistência no assunto por parte deles.

Alguns sítios de referência que você pode consultar sobre o assunto:

E, por fim, um vídeo interessante do Child Exploitation and Online Protection (CEOP) Centre, disponível no YouTube. Inclusive eles possuem um canal no YouTube com outros vídeos na mesma linha.

E você? Como colabora para manter a Internet mais segura e utilizável? Lembre-se que pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença.