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Matérias relativas a serviços públicos ou disponíveis na Internet.

Quer hospedar um sítio? Fuja da SunHost...

Em outubro de 2007 eu migrei a teia para a DreamHost, hospedagem que eu uso até hoje. Não que tenha alguma coisa contra hospedagens nacionais. Mas a relação custo/benefício deles é excelente, pro nível de serviço que eu quero. Existem várias hospedagens boas aqui no Brasil. Entretanto existem algumas complicadas. E é justamente de uma dessas que eu vou falar aqui.

A Ângela Glavam, uma velha conhecida de listas de discussão, mantenedora dos sítios Bibi-Piaf e Toque de Arte, enfrentou uma série de problemas com a SunHost (o sítio dela que estava hospedado na SunHost é o Toque de Arte). Fiquei tão assombrado com o nível do atendimento deles que pedi a ela que descrevesse os fatos para colocar aqui na teia. Abaixo está o relato que ela me enviou.

Contratei os serviços de hospedagem de site da empresa SUNHOST INFORMATICA (SUNHOST INFORMATICA LTDA - ME/Rua FERNANDO GRUBER Nº 155 Sl. 01 - Bairro 25 DE JULHO -São Bento do Sul - SC - CEP: 89.290-000 - CNPJ 08.689.306/0001-09) há algum tempo.
Em 7 de março do corrente ano (2009) paguei adiantada a anuidade da hospedagem. Na semana passada o site apresentou problemas de segurança (indicados em email enviado pelo Google) e foi resetado. Desde então não consegui mais fazer nenhuma publicação nele, já que um problema no Painel de Controle impede que as extensões Front Page sejam instaladas corretamente e, sem elas, o site não funciona na totalidade.
Após 5 dias de intensa troca de emails e promessas de que o problema seria resolvido (não foi resolvido até hoje, dia 18 de maio de 2009) solicitei o cancelamento da minha conta e o reembolso da quantia equivalente aos 10 meses de serviço de hospedagem ainda não utilizados.
Resposta da Sunhost:
"Conforme já informado e explicado não será feita nenhuma devolução do valor pago."
Diante da recusa, argumentei que a empresa está abusando da boa-fé e da honestidade do cliente, que sua propaganda é enganosa , nenhum chat anunciado funciona e não há qualquer telefone para contato como manda a lei. Disse-lhes não saber se tais atitudes são produto de má-fé, se desconhecem a Lei ou se simplesmente esperam permanecer impunes. Avisei que estava enviando a mensagem com cópia para a Defesa do Consumidor de O Globo e publicando nos principais serviços de Defesa do Consumidor na Internet e que mantenho registro de toda a correspondência que trocamos, onde se vê claramente a Sunhost enviar respostas que não respeitam a veracidade dos fatos.
Resposta da Sunhost:
"A Sra. pode fazer essas 'denúncias' sem problema nenhum, mas já lhe adianto que estará apenas perdendo seu tempo."
Em novo email para a empresa, desautorizei o cancelamento da conta até que façam a devolução do valor referente a não utilização da hospedagem por 10 meses, segundo contrato com validade de 17 de março de 2009 a 17 de março de 2010.
A recusa persiste - "Só efetuamos devolução do valor pago para novos clientes e no prazo de 30 dias, fora isso somente em algum caso especial, o qual não se enquadra o seu. Podemos cancelar sua conta?" - demonstrando cabalmente o descaso pelo direito do consumidor e pela lei.

Não é meio assustador quando uma empresa escreve um e-mail  (ou seja, um documento) declarando ser perda de tempo exigir seus direitos? O que eles pensam dos seus clientes?

E o pior é que, infelizmente, eles não estão sós nesse descaso, vide as diversas reclamações contra outras empresas que vemos diariamente. Será que algum dia essas empresas vão perceber que sem clientes elas não sobrevivem? E será que esses clientes algum dia aprenderão que a melhor forma de cobrar uma postura mais decente dessas empresas é justamente boicotando seus serviços e denunciando seus erros?

E vocês, amigos? Já passaram por problemas assim? E como reagiram a eles?

Imprima somente o que lhe interessa na página Web

Sabe quando você quer imprimir uma determinada informação de uma página Web, mas ela está tão cheia de propagandas, colunas, selos e outros penduricalhos que você até desiste? Ou então você quer aproveitar somente parte da informação, mas desanima quando pensa no tanto de papel que vai gastar pra imprimir todo o conteúdo que não lhe interessa? (sim, eu sou um daqueles "chatos" que pensa nas árvores quando esta usando a impressora...) Pois bem, meu amigo, minha amiga, "os seus problemas se acabaram"!®  Logotipo do sítio PrintWhatYouLike

Graças ao Andreas Gohr (criador e mantenedor do DokuWiki) e seu perfil splitbrain no Twitter, conheci hoje o serviço PrintWhatYouLike. Como o nome indica, esse sítio permite que você selecione somente os elementos que deseja imprimir na página, literalmente excluindo todo o resto. É possível, inclusive, remodelar toda a página, mudando o estilo e o tamanho das fontes.

Sua operação é muito simples. Você vai até o sítio PrintWhatYouLike e digita a página que deseja imprimir. Essa página é carregada em uma janela com uma série de comandos em uma barra do lado esquerdo da tela. A partir daí ao passar o mouse sobre a página vão aparecendo marcas para selecionar os seus elementos. Quando você clica, é feita a seleção. Basta selecionar tudo o que deseja eliminar e clicar no botão "Remove Selected", localizado na coluna da esquerda. Também é possível fazer o contrário, ou seja, selecionar somente o que se deseja imprimir e clicar no botão "Isolate Selected". Dessa forma, todo o resto da página que não estiver selecionado será eliminado. Além disso é possível eliminar todas as imagens ("Remove Images") ou a cor ou imagem de fundo ("Remove Background") e, como dito acima, mudar o tamanho e o tipo da fonte. Ah, e caso faça alguma bobagem, não se preocupe, o botão "Undo" possui múltiplos níveis de desfazer.

Na página principal existe um gif animado que demonstra muito bem como funciona o processo de alteração da página. E eles ainda oferecem uma facilidade extra: é possível instalar um bookmarklet na barra de favoritos que simplifica ainda mais o processo. Basta entrar na página que se deseja imprimir e clicar no bookmarlet que ela já será aberta na janela de edição do PrintWhatYouLike. Com todas essas vantagens, o que eu tenho a dizer é: usem e abusem desse serviço! O meio ambiente e o seu bolso irão agradecer muito.

Uma dica final. Acompanhem o Andreas no FriendFeed. O sujeito dá MUITAS dicas boas. Já virou um dos meus "tecno-gurus"... 

Monte a sua própria rede de marcadores sociais

O serviço web Delicious (antes conhecido como del.icio.us), foi um dos pioneiros de uma categoria denominada "marcadores sociais" (do inglês "social bookmarking"). A idéia é que as pessoas armazenem seus marcadores (também conhecidos como favoritos ou  bookmarks) em um sítio e lá elas podem compartilhá-los ou não com outras pessoas. A idéia foi muito boa e o Delicious tornou-se um serviço extremamente popular.

Pois bem, eu comecei a alimentar uma conta minha no Delicious como forma de divulgar sítios que eu considero interessantes. Meu perfil lá, pra quem se interessar, é Aracnus. Mas eu estava procurando uma forma de colocar esses marcadores também aqui na teia. Cheguei a considerar a colocação de um mini-aplicativo do próprio Delicious. Mas foi aí que eu conheci dois softwares livres muito interessantes: sabros.us e Getboo. Ambos têm a mesma função: criar marcadores sociais. Entretanto, eles têm abordagens diferentes para cumprir essa tarefa.

O sabros.us tem um caráter mais "individual", ou seja, é mais indicado para ser usado como um gerenciador de marcadores mantido por uma pessoa ou em um sítio. Ele não possui recurso de múltiplos usuários, somente uma única senha, que é necessária para incluir novos marcadores no programa. Mas ele tem uma opção bem interessante. É possível configurar a instalação do sabros.us para que ele envie os marcadores armazenados para um sítio chamado Sopa Sabrosa, que funciona como um "meta-sítio", reunindo colaborações de diversas instalações do sabros.us espalhadas pelo mundo. Uma idéia muito interessante de colaboração distribuída. Ah, e tem um outro diferencial. Em um mundo dominado por programas em inglês, o sabros.us chama a atenção por ser em espanhol.

Já o Getboo é preparado para múltiplos usuários. Possui nomes de usuário/senhas individuais e recurso de inscrição automática. Os usuários podem compartilhar ou não seus marcadores. Os compartilhamentos passam a fazer arte de uma área comum, que fica na página inicial do sítio. É um programa bem maduro e possui várias opções de gerenciamento das colaborações, inclusive um tempo mínimo para que os marcadores compartilhados pelos usuários passem a fazer parte da lista comum.

Ambos os programas possuem opções de etiquetas, imagens em miniatura dos sítios armazenados e recursos de importação e exportação dos marcadores (inclusive importação dos marcadors do Delicious).

Como a idéia era manter marcadores aqui na teia, optei pelo sabros.us. Inclusive trabalhei na correção/atualização da tradução para o nosso idioma, já repassada para os desenvolvedores. Os últimos marcadores adicionados podem ser encontrados no canto esquerdo da teia. E o sítio completo pode ser encontrado no novo sítio associado à teia, Biosfera, onde pretendo manter os meus marcadores, além do Delicious.

Mas o Getboo não foi desperdiçado. Ele serviu para montar o serviço de marcadores do projeto Software Livre Educacional, que foi batizado como Bússola. Pessoas que quiserem colaborar com a bússola são muito bem-vindas. Basta fazer o cadastro no sítio e enviar suas colaborações. A única restrição é que os sítios indicados sejam de utilização de tecnologias livres ou recursos web gratuitos na educação.

Identi.ca, o microblog livre (de verdade!)

Junte o conceito de microblog com a filosofia do software livre e acrescente a lógica de rede distribuída do Jabber. O resultado é: identi.ca! Pois é, esse sítio simples, com uma aparência espartana carrega um serviço que já ameaça o famoso Twitter.

Mas o que o identi.ca tem de tão especial assim? Afinal de contas, clones do Twitter existem aos montes. Pois bem, os principais destaques desse serviço estão justamente na sua opção pela filosofia do software livre. E ela foi levada aos extremos em sua implementação.

Em primeiro lugar, o programa por trás do identi.ca é um software livre. Seu nome é Laconica. E usa a licença GNU Affero General Public License, ou GNU/AGPL. Basicamente é uma licença GNU/GPL ainda mais "forte": ela obriga a liberar o código-fonte para todos os seus usuários. A principal diferença da GNU/AGPL para a GNU/GPL é que, nessa última, você só precisa distribuir o código-fonte quanto distribuir o software. Pra quem não entendeu a sutileza da diferença, imagine que você monte um serviço web baseado em um software livre (como é o caso do identi.ca). Se você usar o software somente para oferecer o serviço, ou seja, se você não for distribuir o software, somente o serviço, segundo a GNU/GPL você não é obrigado a distribuir o código-fonte do software utilizado. Já pela GNU/AGPL, sim, o que a torna a licença ideal para serviços web. Nem preciso dizer que qualquer um que use essa licença merece o meu mais alto respeito...    E já que o Laconica é software livre, você pode ter o seu servidor de microblog próprio, instalado no lugar que você quiser. Isso abre algumas perspectivas educacionais muito interessantes, como o uso de microblogs em escolas ou projetos educacionais. Também por ser software livre, ele pode ser traduzido. Então, em breve (eu espero), teremos uma tradução para o nosso idioma. 

Em segundo lugar, o conteúdo do identi.ca também é livre. Ele está licenciado sob a Creative Commons Atribuição 3.0, ou seja, pode-se copiar, distribuir, exibir, executar e criar derivados da obra, desde que se indique o seu autor. Pode parecer um pequeno detalhe, mas o Twitter (e outros microblogs que eu conheci) não deixam isso claro. Isso significa que, apesar de parecer absurdo, você pode estar infringindo direitos autorais ao citar algum Twit. No identi.ca você não corre esse risco.

Por fim, seguindo o princípio do compartilhamento e distribuição das informações (também uma premissa da filosofia do software livre) as várias instalações do Laconica podem "conversar" entre si. Isso significa que é possível acompanhar um usuário de outro microblog que também use o Laconica sem precisar se cadastrar em sua rede. Pra quem usa a rede Jabber, é o mesmo princípio, ou seja, não interessa a qual rede Jabber o usuário pertença, todo mundo conversa com todo mundo.

Além disso, o identi.ca possui uma série de recursos legais, além daqueles já presentes no Twitter: botão de resposta em cada mensagem, nuvem de etiquetas geradas a partir das mensagens públicas (as etiquetas começam com o símbolo #), procura por pessoas e textos e RSS por usuário ou geral. E sua API é tão parecida com a do Twitter que é possível utilizar clientes dele com um mínimo de alterações para interagir com o identi.ca.

Portanto, estou começando agora, oficialmente, a campanha: "migrem para o identi.ca". Já não publicarei mais no Twitter e manterei minha conta lá somente para acompanhar o pessoal que eu conheço e que ainda não migrou. Quem quiser acompanhar minhas publicações a partir de agora, é só me procurar aqui...  

"Read It Later", a salvação dos leitores compulsivos de artigos on-line

Se você, como eu, é uma daquelas pessoas que têm 30 abas abertas no Firefox porque sempre tem algum artigo ou referência interessante que "vai ler depois", essa extensão é um achado. O nome da criança é Read It Later e ela faz justamente o que o seu nome diz: permite que você armazene referências a páginas para leitura posterior.

Junto à extensão, tem também um serviço web. Assim, caso você deseje, pode sincronizar sua lista de "não lidos" com o servidor remoto e acessá-la de qualquer lugar. Inclusive, se você instalar a extensão em outros navegadores, ela já faz a sincronização automática.

Um último recurso muito interessante é a leitura off-line. Ele baixa as páginas marcadas e você pode lê-las mesmo desconectado da Internet. Quem viaja muito vai adorar essa opção... Ah, e pra quem não é muito versado em idiomas estrangeiros, a extensão já está toda traduzida para o português! 

Veja no vídeo abaixo uma demonstração bem didática do seu funcionamento.

Já virou uma das minhas extensões obrigatórias...   

Wordle e a poesia concreta

Pra variar, aprendi mais uma com a Miriam Salles e seu blog genial. Dessa vez ela me mandou para o mundo das artes. 

Graças a essa publicação,  conheci o serviço web chamado Wordle. Basicamente o que ele faz é pegar uma sequência de palavras e montar uma nuvem de etiquetas (também conhecido como tag cloud), muito comum em muitos sítios por aí (inclusive você vê uma no canto superior direito aqui da teia, a Taxonomia). A diferença é que o Wordle cria essa nuvem de forma mais "artística", rotacionando algumas palavras e com várias opções de fontes. Com isso ela ganha um ar de poesia concreta. E eu ADORO poesia concreta, o que significa que eu, agora, ADORO o Wordle (e já estou pensando em algumas coisinhas que posso fazer com ele)...  

O sítio aceita três formas de alimentação: sequência de palavras (que podem ser soltas ou em um texto), o endereço de algum alimentador Atom ou RSS (onde ele pega o texto disponibilizado nessa página) ou então o seu usuário do del.icio.us (onde ele vai pegar as etiquetas dos seus marcadores).

Abaixo, a nuvem das minhas etiquetas do del.icio.us (clique na imagem para ver em tamanho maior). Usei o botão Randomize e acabei chegando a esse formato, que ficou bem parecido com uma nuvem de verdade. E pra melhorar o caráter "nebuloso", dei um leve tratamento no Gimp...    (o original está nessa página da galeria do Wordle)

Nuvem de etiquetas

Portanto, obrigado à Miriam pela dica e já estou repassando. Ah, e quem experimentar o serviço, por favor, compartilhe o que produzir lá. Afinal de contas, arte é pra ser divulgada...    E quem quiser deixar aqui nos comentários os endereços das nuvens que fizerem, serão muito bem-vindos.

Totlol, uma forma diferente de seleção de conteúdo

Através dessa publicação do blog Discurso Citado, cheguei ao sítio Totlol. Inicialmente eu imaginei que era simplesmente mais uma coleção de vídeos, dessa vez voltada para crianças. Entretanto, quando li o About do sítio, tive uma grata surpresa. Eles são muito mais do que isso.

Funciona da seguinte forma. Em primeiro lugar, você se cadastra no Totlol. Então é possível assistir aos vídeos disponíveis no YouTube a partir do próprio sítio do Totlol. Eles não fazem nenhuma restrição, ou seja, TODOS os vídeos disponíveis no YouTube podem ser assistidos lá no Totlol. Quando você encontra um vídeo que considera interessante e apropriado para crianças, então você pode submetê-lo para o Totlol. Nesse momento você contextualiza o vídeo: pode mudar o seu título e as etiquetas associadas e enviar uma resenha sobre ele, além de indicar o idioma principal e categorizá-lo. A partir desse ponto, outros usuários do Totlol são convidados a assistir os vídeos submetidos e responder a algumas questões, que são analizadas pelo computador. Apenas os vídeos que atinjam determinada pontuação ficam disponíveis para serem assistidos pelas crianças.

A idéia é muito interessante porque cria um mecanismo de seleção de conteúdo baseado em decisões coletivas e que é liberal por princípio, ao contrário de vários sistemas que começam restringindo tudo. Caso a idéia avance, tem tudo para ser copiada também por outros setores. Já imaginaram uma iniciativa desse tipo voltada para a educação? Hummm... Quem sabe?  

Presença on-line com o Jabber World Map

Essa é para usuários da rede Jabber. Ralph Meijer, um holandês de Eindhoven criou um sistema que permite exibir em um mapa-mundi a localização e o status de um usuário da rede Jabber: é o Jabber World Map.

O funcionamento é simples e está detalhado na própria página do mapa. Você envia para o Ralph (via Jabber) a sua identificação Jabber, as coordenadas e o nome da sua cidade, mais o estado e o país. Após um tempo, recebe um pedido de inscrição (na conta que você enviou o cadastro) de notify@ik.nu, que é o robô que monitora o seu status. A partir daí aparece uma marca na posição da sua cidade no mapa e, ao passar o mouse sobre essa marca, é exibido o nome da sua localização e o seu status.

Como é um serviço pouco divulgado, tem pouca gente cadastrada (do Brasil, só eu estou lá), mas a idéia é bem legal e poderia servir como uma boa referência para usuários Jabber no mundo. E então, alguém mais quer aparecer no mapa? Wink

WiZiQ, uma "sala de aula virtual" com recursos interessantes

Existe um sítio bem interessante para os interessados na área educacional. É o WiZiQ. Ele oferece funcionalidades para pessoas interessadas tanto em ensinar como em aprender. As pessoas se cadastram no sítio e, ao fazê-lo, elas se tornam alunos. Com isso elas podem participar de sessões oferecidas por outras pessoas, com status de professor. O interessante é que qualquer um pode se tornar professor. Basta preencher um formulário com detalhes sobre o que gostaria de ensinar no sítio.

O WiZiQ ofere um calendário para agendamentos de sessões, a possibilidadede envio de material nos formatos ppt, pps, pdf, swf, doc, docx, xls, and xlsx (sim, não oferece suporte ao formato ODF, o que é uma falha) e uma "sala de aula virtual", que possui suporte a áudio bidirecional, bate-papo e quadro de apresentações. E tudo isso gratuitamente, basta se cadastrar. Infelizmente o sítio encontra-se todo em inglês, o que pode ser uma barreira inicial. Mas nada que um pouco de prática possa superar, pois o uso do sítio é bem intuitivo.

Os professores podem oferecer aulas on-line ou presenciais e podem cobrar por isso. Assim, o sítio acaba funcionando também como uma espécie de "classificados" para professores.

É um serviço bem promissor e que abre possibilidades interessantes para a área educacional. Pena que não apresenta suporte a ODF, mas isso é algo que, talvez, possa ser modificado no futuro. Espero que eles considerem essa possibilidade.