Pesquisa sobre o KDE Education

O projeto KDE Education tem por objetivo desenvolver aplicações educacionais livres, baseadas na tecnologia do KDE. Atualmente o projeto conta com 18 aplicações disponíveis, que abrangem as áreas de Matemática, Ciências, idiomas e Geografia, além de outras áreas não específicas. E o melhor é que, mesmo usando tecnologia do KDE, ele pode ser utilizado em qualquer gerenciador de ambientes, como o Gnome, o XFCE e outros.

E se você é um usuário de qualquer aplicação do KDE Education, seja como professor, aluno ou simplesmente apreciador, existe uma forma bacana de contruibuir com o projeto, mesmo sem saber programar ou traduzir. Foi criada uma pesquisa para avaliar os problemas que as pessoas estão encontrando com essas aplicações, bem como recolher propostas de uso. É rapidinho de responder e é muito importante para os desenvolvedores poderem orientar seus trabalhos.

A pesquisa esta disponível neste link.

Nuvens incríveis

Não. Esse título não é uma metáfora para falar de alguma nova aplicação "nas nuvens". São as nuvens de verdade mesmo, aquelas coisas estranhas que ficam flutuando no céu. Pois bem, eu sempre tive fascinação por essas estruturas. Acho fantásticas as formas que elas assumem (e sempre achei meio bruxaria cair água delas). Smile

Pois bem, um dos meus hobbies é justamente fotografar nuvens (qualquer dia eu faço uma exposição lá na galeria). Imaginem então a minha alegria ao encontrar esse artigo com uma galeria de nuvens bem diferentes. Elas são simplesmente geniais!

Então deem uma passada lá pra conferir e maravilhem-se também com o que a natureza consegue fazer quando tem tempo e condições adequadas. Vocês vão ver que as nuvens do céu são muito mais legais que as da computação.  Wink

"Filhos do [GNU/]Linux" ajudam no debate da mudança de paradigmas

Acabei de assistir a uma matéria no Olhar Digital em que eles colocaram duas crianças (de 7 e de 9 anos) que sempre utilizaram o GNU/Linux para usar o Windows (será que isso pode ser considerado abuso infantil?   Smile ). As falas das crianças ao longo do processo são ótimas:

“No Linux é fácil, mas eu não sei como o meu pai sabe mexer tanto assim no Windows. É mais difícil, tem várias coisas diferentes desse aqui para o outro (Linux)”

“O Linux não pergunta tantas coisas como este aqui (Windows)”

“Os jogos não são mais legais do que o do Linux. Se eu pudesse escolher, eu ia escolher o Linux”

E a matéria chega à conclusão que o melhor sistema operacional é aquele ao qual você está acostumado. Isso porque já haviam sido feitas duas matérias anteriores, em que usuários do Windows foram colocados pra trabalhar com o MacOS e com o GNU/Linux.

Tudo bem que não é nenhuma avaliação formal, mas essa pesquisa apresenta pelo menos dois problemas. O primeiro é que foram utilizados usuários de faixas etárias e conhecimentos diferentes. Por exemplo, para experimentar o MacOS, foram usados dois editores do Olhar Digital, para o GNU/Linux, dois usuários jovens e para o Windows, duas crianças. O segundo problema, mais sério na minha opinião, foram os critérios da avaliação. No caso do MacOS e do Windows eles experimentaram a operação da máquina. Já com o GNU/Linux, eles fizeram o processo inteiro, desde a instalação. Entretanto, apesar de terem avaliado mais aspectos, isso não ganha nenhum destaque na matéria, que ressalta apenas que eles tiveram dois problemas: o plugin do Flash e o uso do software aMSN. Ainda bem que, pelo menos, eles fizeram uma segunda matéria mostrando que o problema estava na forma que os usuários escolheram pra resolver os problemas e não no sistema em si. Mas bem que eles podiam ter destacado que o Flash é um software proprietário que não pode ser distribuído junto com o GNU/Linux (a não ser que se faça um contrato de distribuição junto à Adobe) e que a Microsoft vive mudando detalhes do protocolo da rede MSN justamente para dificultar que outros clientes conectem-se a ela.

Contudo, no frigir dos ovos, mesmo com todos os problemas de procedimentos e apresentação dos resultados, matérias desse tipo são importantes pelo menos para ajudar no debate de que qualquer mudança de paradigma é complicada, independente delas estarem em comportamentos pessoais ou no sistema operacional que utilizamos. Falta agora fazer uma avaliação mais séria de usabilidade e torná-la pública para que as pessoas percebam que um bom sistema operacional não é aquele ao qual elas estão acostumadas.

Como produzir favicons a partir de imagens GIF

Vocês já deve ter reparado que vários sítios possuem um pequeno ícone ao lado do endereço, na barra do navegador (a  teia, por exemplo, tem um "e" estilizado). O nome desse ícone é favicon, que é uma contração de "favorite icon", ou seja, "ícone de favorito". Isso porque a ideia surgiu originalmente no Internet Explorer 4 (sim, você leu direito, o Internet Explorer deu uma contribuição positiva para a Internet!!!) e servia para identificar os favoritos desse navegador. O seu uso se popularizou e hoje todos os navegadores mais conhecidos utilizam essa tecnologia.

Antes, para produzir um favicon, era necessário um conhecimento mínimo de manipulação de imagem, para deixá-la do tamanho certo (o favicon tem, por padrão, 16x16 pixels de tamanho). Agora existe um serviço web que simplifica absurdamente esse trabalho. É o FavIcon from Pics. Você envia a imagem a ser convertida, regula os parâmetros disponíveis e ele gera o ícone pra você. Tem até a opção de acrescentar um texto que fica passando como um letreiro. Uma mão na roda pra quem precisa produzir um (ou vários) favicons e está sem muito tempo ou ânimo pra abrir o editor de imagens.

E a teia muda novamente...

Pois é. A teia mal ganhou uma cara nova e já muda novamente. Isso é que é sítio dinâmico.  Smile

Na verdade, apesar do tema anterior ser bonito, estava achando-o muito "embatumado". Além disso, descobri que ele não funcionava direito no navegador do N810. Como vou usar bastante esse aparelho para acessar o sítio, isso seria um problema. Assim resolvi procurar por algo mais limpo e funcional. E acabei encontrando esse belo tema, o Arthemia. E com uma vantagem de bônus, a área lateral é bem larga, algo que já estava procurando há algum tempo.

Portanto, aproveitem a nova cara da teia (antes que eu resolva mudar de novo). Smile

Tributo ao mundo de 8bit usando peças de Lego

1500 horas montando peças de Lego e tirando fotos. E o resultado é um tributo fantástico aos videogames de terceira geração (os famosos 8-bit), em uma animação stop-motion primorosamente construída (combinada com uma música que vai lembrar o jogos dessa época). Coisa de geekSmile

P.S.: No YouTube é possível assistir em alta definição. Vale a pena!

Chamada de trabalhos para o Encontro Mineiro de Software Livre (prazo prorrogado!)

O Encontro Mineiro de Software Livre acontece anualmente em Minas Gerais. Esse evento foi criado em 2004 com o objetivo de fomentar a aproximação e o intercâmbio entre os vários grupos que utilizam o software livre no estado, assim como incentivar seu uso por novos grupos. O encontro desse ano acontecerá entre os dias 13 a 17 de outubro de 2009 nas dependências da Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI.

A organização do evento convida a comunidade a enviar trabalhos até o dia 20 de agosto de 2008 (prazo prorrogado!) através do sítio http://emsl.softwarelivre.org/participe/.

Em 2008 o evento inovou na forma de avaliação dos trabalhos, incluindo uma fase de aprimoramento. Nessa fase, qualquer pessoa pode contribuir com o aprimoramento de palestras através de comentários feitos pelo sítio do EMSL. Os palestrantes, por sua vez, podem modificar suas propostas para aproveitar os comentários que julguem pertinentes. Esse ano, as propostas ficarão disponíveis para aprimoramento a partir da data de submissão até o dia 30 de agosto.

Os trabalhos serão avaliados considerando, inclusive, a fase de aprimoramento e os palestrantes serão comunicados do resultado até o dia 5 de setembro. Eles deverão ser registrados em uma das seguintes trilhas:

Iniciantes: palestras e mini-cursos para o público iniciante: introdução ao software livre; por que usar e contribuir com software livre; introdução a licenças, patentes; por onde começar, onde pedir ajuda; softwares para iniciantes usarem; como contribuir.

Negócios/Governo: palestras dirigidas ao público de negócios e governo: casos de uso e desenvolvimento de software livre em órgãos do governo ou empresas; apresentação de softwares livres para gestão; padrões adotados pelo governo; e demais palestras que possam ajudar o empresariado e governo a se beneficiarem e contribuírem com software livre.

  • Sessão Técnica: palestras e mini-cursos voltados ao público com experiência técnica em software livre, nas seguintes subdivisões:
    Desenvolvimento: ferramentas para o desenvolvimento de software livre; bibliotecas; linguagens de programação; palestras de como contribuir e desenvolvimento de software básico.
    Administração de sistemas e segurança: softwares/sistemas de monitoramento; segurança utilizando software livre; protocolos de gerenciamento e banco de dados.
    Computação gráfica: licenciamento de arte; ferramentas livres para criação de arte livre; padrões abertos.
    Documentação e tradução: ferramentas, procedimentos e projetos para documentação e tradução de software livres.
  • Acadêmico: palestras para a apresentação de trabalhos acadêmicos: estudo sobre o software livre, comunidade, modelo de desenvolvimento, qualidade de software; trabalhos que resultaram em produção de software livre, protocolos ou padrões abertos.
  • Filosofia/Cultura: questões sobre direito intelectual para desenvolver software livre; modelo de desenvolvimento de software livre; interação com comunidade de desenvolvedores de software livre, uso de licenças; entre outros.

Dia da Cultura Livre em Belo Horizonte

Anotem na agenda: o dia 17 de agosto de 2009 será dedicado à divulgação de iniciativas e movimentos que buscam a socialização do conhecimento de forma ampla. É o Dia da Cultura Livre, que vai acontecer na Faculdade de Letras da UFMG.

Este evento pretende ser um momento de interação entre projetos sociais, comunidades de software livre e pessoas interessadas em entender temas atuais como: o copyright e os direitos autorais, a licença creative commons, software livre e questões relacionadas.

Para fazer esse debate foram convidados grupos inseridos no conceito de Cultura Livre, tais como Texto Livre, Software Livre Educacional, A Tela e o Texto, A Taba Eletrônica, Português Livre, Italiano Libero, Español Libre e representantes das comunidades do Ubuntu e BrOffice.org entre outros que desejarem aproveitar o espaço para divulgar suas propostas.

Os representantes desses projetos ficarão disponíveis durante todo o evento, de 9h às 21h no espaço da Faculdade de Letras da UFMG. Além disso, ao longo do dia contaremos com a seguinte programação:

9:00h-10:50h - Projeção do filme "Ameaça Virtual"

12:10h - Apresentação de dança livre

11:20h-12:50h - workshop sobre o Moodle

14:20h-15:10h - Videoconferência sobre o Project Wonder Land (com membros da Sun)

17:20h - Apresentação de dança livre

18:00h-19:50h - Projeção do filme "Ameaça Virtual"

20:20h-21:50h - workshop sobre o Moodle

Softwares livres poderão ser instalados durante todo o evento; por isso, você pode trazer seu notebook. Não tenha vergonha se ele tiver Windows. Os instaladores têm estômago forte e conseguirão lidar com eles. 

Haverá também projeção de diversos vídeos diversos sobre Cultura Livre nos intervalos entre as atividades.

Ah, e vai ter café e pipoca nos intervalos do evento! 

Como atualizar o KDE para a versão 4.3 no Debian Squeeze

DepoKonqui, o mascote do KDEis de me cansar de ver inúmeros comentários maravilhosos sobre o novo KDE no identi.ca, resolvi experimentá-lo em minha máquina. O problema é que uso a versão testing da Debian (atualmente chamada "Squeeze") e os pacotes da versão 4.3 do KDE só estão disponíveis no repositório do unstable. Assim, munido de muita coragem (e ansiedade por experimentar a nova versão) resolvi atualizar o KDE a partir desse repositório. Apresento abaixo uma descrição do que eu fiz para colocá-lo em minha máquina. Atenção!!! Esse processo é bem artesanal e irá acrescentar pacotes do repositório unstable na sua máquina. Isso significa que o seu ambiente gráfico pode se tornar instável após a instalação (tudo bem que isso pode ser revertido voltando à versão anterior do KDE). Funcionou bem comigo, mas isso não significa que irá funcionar bem com você, ok? Além disso, esse não é exatamente um "guia para iniciantes". Quem for executá-lo deve ter um conhecimento mínimo de edição de arquivos do sistema e de funcionamento do aptitude. Bom, feito o meu alerta terrorista, vamos ao que interessa. 

Todos os passos descritos de aqui em diante devem ser realizados como usuário root ou utilizando o comando "sudo" antes dos comandos descritos. Em primeiro lugar, se você instalou o KDE a partir do metapacote kde-full, a primeira coisa a fazer é desinstalá-lo, com o tradicional aptitude:

aptitude purge kde-full --purge-unused

(o parâmetro "--purge-unused" serve para excluir os arquivos de configuração de todas as dependências que serão desinstaladas)

Agora acrescente um repositório unstable ao seu arquivo  /etc/apt/sources.list. Eu gosto do repositório do Instituto de Física da USP, mas você pode usar o que lhe convir. Repare que você não vai substituir o seu repositório testing, mas sim acrescentar o unstable. Veja abaixo de como ficaria um sources.list simples, apenas com as referências aos dois repositórios padrão da Debian.

## Debian Testing
deb http://sft.if.usp.br/debian/ testing main

## Debian Unstable
deb http://sft.if.usp.br/debian/ unstable main

para instalar estritamente pacotes livres. Ou então:

## Debian Testing
deb http://sft.if.usp.br/debian/ testing main contrib non-free

## Debian Unstable
deb http://sft.if.usp.br/debian/ unstable main contrib non-free

caso você não se importe em usar pacotes não livres. Se você é como eu, deverá também ter vários outros repositórios além dos citados acima, mas é importante que pelo menos os citados acima estejam presentes na sua máquina.

Entretanto, se você fizer somente isso, o seu sistema inteiro será atualizado para unstable. E você não vai querer isso, não é? Para evitar esse problema, basta acrescentar algumas linhas no seu arquivo /etc/apt/preferences. É comum que esse arquivo não exista no seu computador. Nesse caso, basta criá-lo. O conteúdo a ser inserido no arquivo é o seguinte:

Package: *
Pin: release a=testing
Pin-Priority: 900

Package: *
Pin: release a=unstable
Pin-Priority: 800

Explicando grosseiramente, o que as linhas acima fazem é informar ao seu sistema que os pacotes do repositório testing tem prioridade sobre os do unstable. Isso garante que ele não irá substituir nenhum dos seus pacotes por um instável. Repare em um detalhe. Os parâmetros "a=testing" e "a=unstable" fazem referência direta ao nome dos repositórios. Assim, se ao invés desses nomes você usou "squeeze" e/ou "sid" no seu sources.list (ou seja, se o seu arquivo não está igual ao exemplo que dei lá no início do artigo), então deve substituir também o "a=" com o valor correspondente, ok?

Após o acréscimo, atualize a base de dados:

aptitude update

Agora vem a pegadinha. Pelo menos até a hora que eu instalei o KDE não existia nenhum metapacote do tipo kde ou kde-full no unstable. Por isso é necessário especificar os pacotes manualmente. A lista de pacotes que eu precisei de instalar/atualizar foi a seguinte:

kdeadmin kdebase kdebase-runtime kdebase-runtime-bin-kde4 kdebase-workspace-kgreet-plugins kdebase-workspace-libs4+5 kdeedu kdegames kdegraphics kdelibs5 kdelibs5-dev kdemultimedia kdenetwork kdenlive kdepim kdepimlibs5 kdetoys kdeutils kde-icons-oxygen kde-l10n-ptbr kde-window-manager kdm klipper kscreensaver ksysguard libkephal4 libkfontinst4 libkdecorations4 libkholidays4 libkscreensaver5 libksgrd4 libkworkspace4 libmaildir4 libnepomukquery4 libnepomukqueryclient4 libortp8 libplasma3 libplasmaclock4 libplasma-applet-system-monitor4 libplasma-geolocation-interface4 libprocesscore4 libprocessui4 libsolidcontrol4 libsolidcontrolifaces4 libsoprano4 libsoprano-dev libtaskmanager4 libweather-ion4 libzip1 plasma-widgets-addons plasma-widget-lancelot systemsettings

Pode ser que isso mude de acordo com a máquina do usuário, devido a forma como o seu Debian foi instalado. Eu também posso ter deixado passar algum pacote que ainda não dei falta. Eu gerei essa lista através de tentativa e erro, ou seja, fui tentando instalar os pacotes até não ter mais nenhum problema insolúvel de conflito. Portanto, mais uma vez, pode ser que funcione na sua máquina, pode ser que não. Comentários sobre isso são bem vindos, especialmente se você detectar algum pacote ausente. Dando continuidade, então, instale os pacotes com o comando:

sudo aptitude -t unstable install kdm kdeadmin kdebase kdebase-runtime kdebase-runtime-bin-kde4 kdebase-workspace-kgreet-plugins kdebase-workspace-libs4+5 kdeedu kdegames kdegraphics kdelibs5 kdelibs5-dev kdemultimedia kdenetwork kdenlive kdepim kdepimlibs5 kdetoys kdeutils kde-icons-oxygen kde-l10n-ptbr kde-window-manager klipper kscreensaver ksysguard libkephal4 libkfontinst4 libkdecorations4 libkholidays4 libkscreensaver5 libksgrd4 libkworkspace4 libmaildir4 libnepomukquery4 libnepomukqueryclient4 libortp8 libplasma3 libplasmaclock4 libplasma-applet-system-monitor4 libplasma-geolocation-interface4 libprocesscore4 libprocessui4 libsolidcontrol4 libsolidcontrolifaces4 libsoprano4 libsoprano-dev libtaskmanager4 libweather-ion4 libzip1 plasma-widgets-addons plasma-widget-lancelot systemsettings

Sim, tudo isso aí em cima é uma única linha de comando. Cuidado na hora de copiar e colar para que você não insira nenhum espaço extra ao final das linhas. E se você for observador(a), irá reparar que existe um parâmetro diferente no aptitude acima: "-t unstable". Lembram que acrescentamos umas linhas no arquivo preferences, pra impedir que o aptitude instale pacotes do unstable inadvertidamente? Pois bem, o parâmetro "-t" informa ao programa que ele tem que instalar os pacotes seguintes (e suas dependências) a partir do repositório especificado. Nesse caso, o unstable.

Ao executar o comando acima, o aptitude irá lhe informar que existem dependências a serem resolvidas. Não se assuste com isso. Aceite as sugestões propostas por ele. Serão exibidas então as informações de instalação. Mais uma vez autorize e o processo de download/instalação será iniciado. Ao final de tudo, seu novo KDE estará instalado e configurado e você poderá aproveitar todas as novas opções legais dele. Divirtam-se! Ah, e comentem se a explicação funcionou ou não pra vocês. 

Competição de breakdance: Batman vs. Curinga. Um jogo no... YouTube?!

Graças a um retweet da @liliansta, acabei de assistir a uma das ideias mais interessantes de uso do YouTube: um jogo! Isso mesmo, um sujeito identificado como PatrickBoivin produziu uma competição de breakdance entre Batman e Curinga na forma de vídeos do YouTube. As animações do jogo foram produzidas em stop-motion (muito bem feitas, por sinal!) e a interação é por conta do recurso de criar links de um vídeo para o outro. Funciona assim, você escolhe o seu jogador (o Batman ou o Curinga) no vídeo inicial e é levado a outro vídeo, onde aparecem os dois na mesma tela, com uma espécie de placar no alto. A partir daí o seu adversário executará uma série de movimentos de break na tela. Ao final, aparece uma sequência de letras no placar dele. Você deve esperar a mesma sequência aparecer no placar do seu jogador. Quando isso acontecer, clique no botão de interação, que fica no meio da tela ao alto. Se você conseguir clicar a tempo, ele executará a mesma sequência (com alguns acréscimos legais). Como é mais fácil ver do que explicar essa dinâmica, experimente na tela abaixo. Você também pode jogar no próprio YouTube.

A jogabilidade em si é simples e limitada, pois as sequências serão sempre as mesmas. Mas a ideia do jogo é muito interessante e abre algumas perspectivas bacanas de como utilizar o YouTube para outras coisas além de só assistir aos filmes. Vamos ver se outras ideias legais surgem na esteira dessa.